Olá galera!

Criamos esse espaço para que seja um cantinho onde todos os jovens possam compartilhar suas opiniões, críticas, sugestões, sobre os diversos aspectos que os cercam no dia-a-dia de suas vidas e que dificilmente têm com quem partilhar e opinar.

Chega de papo, vamos à luta!

Um grande abraço a todos!
José Vicente Ucha Campos

Contato: jvucampos@gmail.com



terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

JOVENS FURAM O CERCO DA IMORALIDADE

Nos Estados Unidos, Guatemala e Equador, alguns exemplos da guarda da castidade pelos jovens, dignos de serem admirados e imitados
........................................................................... Por Gregório Vivanco Lopes   
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Em nossa época de propaganda e marketing, talvez nenhum “produto” seja tão promovido e exaltado quanto a imoralidade. Cinema, novelas na TV, anúncios, reportagens nos jornais e revistas, a abundante miscelânea da Internet. Outros itens como modas, patrocínio oficial, atividades a favor dos “direitos humanos”, educação sexual nas escolas, legislação permissiva — tudo colabora no mesmo sentido. Nunca é demais lembrar, infelizmente, a conivência — ou pelo menos a omissão — de não poucos membros do clero “progressista”.

Para ninguém escapar a essa pressão onímoda que se exerce especialmente sobre os jovens, alvo preferencial da onda corruptora, ergueu-se em torno deles um fenomenal muro psicológico, mais danoso para as almas do que os muros e muralhas que se constroem para cercear a liberdade de povos e nações. Trata-se de um muro alicerçado em brincadeiras maliciosas, zombarias, insinuações, visando colocar no ridículo e menosprezar o jovem que ouse sair dos trilhos da corrupção moral.
Somente a sólida convicção em torno de princípios muito claros, apoiada por uma coragem a toda prova, pode habilitar o jovem a não se dobrar a tão grande pressão e furar o cerco. Não se trata portanto de tarefa para tolos tipo "maria-vai-com-as-outras", nem para covardes. Segundo o escritor católico francês Paul Claudel, a juventude não foi feita para o prazer, mas para o heroísmo. Um heroísmo que se obtém mediante a oração e a devoção a Nossa Senhora.
O educador e escritor húngaro Mons. Tihamer Toth (1889-1931), em seu livro “O Brilho da Mocidade”, tem este belo pensamento: “Se eu tivesse que dar uma medalha de ouro, escolhendo entre um general que ganhou uma guerra ou um jovem que vive a castidade, eu a daria para este último”.
Por tudo isso, alegra-nos constatar o surgimento, aqui e acolá, de grupos de rapazes e moças que furam o cerco e se unem para enfrentar a onda de imoralidade, guardando a castidade. Lírios nascidos no lodo e banhados pelo sol da pureza, eles merecem todo nosso apoio e incentivo, para que perseverem. Seguem alguns exemplos:
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Guatemala: Ato diante do Santíssimo Sacramento
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Durante o Primeiro Congresso da Juventude Católica da Guatemala, realizado nos dias 13 e 14 de março de 2010, mais de sete mil jovens lotaram o Coliseu Domo na Cidade da Guatemala. Começaram o evento com uma procissão, seguida por uma consagração mariana.
Em seguida os milhares de jovens passaram algum tempo em adoração eucarística. Estando todos ajoelhados diante do Santíssimo Sacramento, o ator mexicano convertido Eduardo Verástegui rezou com eles a oração de promessa de castidade. Todos prometeram “lutar pela virtude da pureza” e “levar uma vida casta”. Depois Verástegui narrou como se deu sua conversão, e desafiou os rapazes e moças a “seguir os mandamentos de Deus e ser santos do terceiro milênio”.
Da mesma forma, a ex-atriz mexicana de telenovelas, Karyme Lozano, compartilhou sua experiência de conversão: “Abandonou sua bem sucedida carreira para viver uma vida cristã consistente, de acordo com os ensinamentos da Igreja”.(1)
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Equador: Promessa de castidade e fidelidade matrimonial
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Em 25 de março de 2010, dez mil jovens equatorianos de ambos os sexos, das cidades de Quito e Cuenca, prometeram publicamente manter-se castos até o matrimônio, e depois de casados serem fiéis a seu cônjuge até a morte.
Amparo Medina, membro de Ação Pró-Vida, instituição organizadora do ato, disse que os milhares de jovens ouviram “testemunhos sobre a indústria da morte, os anticoncepcionais, o aborto, a mentira dos preservativos, as conseqüências da anticoncepção”.(2)
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Estados Unidos: Oposição à “cultura moral decadente”
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Conceituado site americano-canadense(3) noticia a realização do “Dia da Pureza”, comemorado em 12 de fevereiro, em que os participantes celebram a castidade. Um rol de instruções para a celebração termina com a exortação de São Paulo: “Ninguém te despreze por seres jovem. Ao contrário, torna-te modelo para os fiéis, no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade” (I Tim. 4,12).


A notícia informa ainda:
“Milhares de jovens estão se preparando para celebrar o verdadeiro significado do amor, através da participação no sétimo dia anual da Pureza. Mais de 300 escolas em 44 estados [americanos], assim como centenas de igrejas e outras organizações em toda a América, se inscreveram para participar do Dia da Pureza, que é patrocinado pelo Conselho da Liberdade”.
O site-base da iniciativa explica: “O Dia da Pureza é um dia em que os jovens podem fazer uma demonstração pública do seu compromisso em manterem-se sexualmente puros, em pensamentos e ações. [...] Oferece aos que lutam pela pureza sexual uma oportunidade de estar juntos, em oposição a uma cultura moral decadente”.
Para Larry Jacobs, diretor do Congresso Mundial das Famílias, “é revigorante ter um dia especialmente dedicado a promover a abstinência antes do casamento”.
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Adolescentes virgens, por razões religiosas e morais
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Iniciativa isolada, minoritária, fadada ao fracasso?
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O mais surpreendente é que a resposta é simplesmente NÃO! E esta resposta tem caráter oficial, pois um estudo do governo dos EUA constatou que a maioria dos adolescentes americanos são virgens.
O relatório, com data de junho de 2010, foi elaborado pelos Centros de Controle de Doenças e Prevenção, sob o título “Os adolescentes nos Estados Unidos: Atividade Sexual, Uso de Anticoncepcionais e Gravidez”.
No período de 2006 a 2008, 58% dos rapazes e 57% das moças entre 15 e 19 anos relataram que nunca haviam tido relações sexuais. Os números confirmam os de outro estudo realizado em 2002.
Razão mais alegada pelos adolescentes, para não terem relações sexuais: “É contra a religião ou a moral”.
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Segundo Judie Brown, presidente da American Life League (ALL), “este estudo tem uma importância enorme para as nossas escolas públicas e privadas, em muitas das quais regurgitam perigosamente currículos com programas imprecisos de educação sexual”.

O número de adolescentes com experiências sexuais teve seu pico em 1988 (51%). A partir daí a abstinência veio ganhando terreno nos Estados Unidos.(4)
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Notas:
1. Catholique News Agency (CNA), 18-3-10.
2. Agência Informativa Católica Argentina (AICA), 1º-4-10.
3. LifeSiteNews, 10-2-10.
4. EWTN News, 11-7-10.

Fonte: Revista Catolicismo

QUAL É ESSA DAS BALADAS?

Aí galera, todos os jovens gostam de se divertir, de zoar, de dançar, ir a praia, as baladas...
E nós queríamos hoje falar exatamente das baladas. Essa curtição total.
Noutro dia, num domingo pela manhã, tinha ido com minha família até Itaipava, isso foi antes das chuvas, e chegamos lá um pouco depois da hora do almoço, lá pelas uma da tarde. Tava sol.
Quando passamos por um espaço quase em frente ao quartel dos bombeiros de lá, na rua principal de Itaipava, deparamos com uma cena chocante.
Na frente de um terreno, que há algum tempo atrás tinha sido um kartódromo, na beira da rua principal, uma quantidade enorme de jovens caídos pelas calçadas e até na rua, muitas garotas, e outros tantos saindo cambaleantes do terreno, onde havia uma grande tenda e de onde saía um som ensurdecedor, com a batida já conhecida de Festa Rave.
Vários jovens ainda estavam com garrafas de bebidas na mão e dava pra notar que não sabiam onde estavam e nem pra onde iam.
Deu pra notar isso tudo porque o nosso carro tava parado num grande engarrafamento que se formou na frente do terreno onde acontecia a festa.
Com certeza a referida festa tinha começado ou no sábado, ou até mesmo, pelo estado da galera, na própria sexta-feira.
Era uma cena deprimente. E pior, começou a chegar vários carros, que encostavam e apanhavam os jovens. Provavelmente seus pais que vieram fazer a grande caridade de não deixar seus filhos caídos ali na calçada, sob aquele sol escaldante. Que pais bonzinhos, não acham?!
Aí começamos a pensar:
O que leva um jovem a fazer aquilo? O que esses jovens querem ou esperam de suas vidas? Será que são felizes? Talvez muitos se achem felizes por exatamente poderem fazer aquilo. Mas, é essa a felicidade que os jovens querem para si?
Fiquei pensando, o que passava na cabeça daquela galera e também nas de seus pais. Não cheguei a conclusão nenhuma.
Aí galera, sabemos que a diversão faz parte da vida e é necessária para nos relaxar, repor as energias, nos aliviar das tenções, pois jovens também têm estresse, e muito às vezes, seja em suas casas, no relacionamento com seus pais, com seus irmãos, seja na escola, no trabalho, na dúvida quanto ao futuro, na própria manutenção de seus valores contrariando muitas vezes o sistema atual da sociedade, etc. Haja estresse!!!
Mas diversão onde o barato é encher a cara, beber, beber e beber, até caí... E depois ficar no chão, até um "grande amigo" ou seus "queridos pais" lhe pegarem para jogá-lo numa maca de um pronto socorro, ou se der, na sua cama, de roupa e tudo, e você no dia seguinte nem se lembrar de nada que aconteceu...Sei não! 
O cara não sabe que gatas beijou e se beijou, não sabe onde esteve e com quem, não sabe nem se levou uma saborosa lambida de algum cachorro (animal de quatro patas), que com pena de vê-lo no chão, tentou reanimá-lo. Acho que isso é furada, não é mesmo!
Eu conheço uma galera, que frequenta as "famosas" festas de bebida liberada no meu bairro e conheço mães, que iam levar essa galera na porta da festa e depois íam buscá-los e levavam todos para a casa de uma delas para passar a noite cuidando da loucura da galera, para no dia seguinte entregá-los a seus pais, parecendo que nada tinha acontecido. E o pior, muitos eram menores de idade; e alguns, bem menores mesmo.
Tá tudo errado! Ou não?
Claro que está.
Acho que esses jovens deviam repensar essas suas atitudes e analisar direitinho onde está o problema do qual eles estão tentando fugir e, por isso, agem assim.
As atitudes que os jovens tomam em suas vidas agora, refletirá nas suas vidas futuras, quando já tiverem mais idade e só lhes restará as tentativas de cuidar dos efeitos, pois os males já terão sido feitos. É igual a alguém que prega um prego numa árvore, mais tarde se arrepende e tira o prego da árvore, mas o buraco causado pelo prego ele não consegue tirar. Aquele... nunca mais sai. A marca da atitude errada ficou!
Por isso, galera, vamos começar a pensar mais, a refletir, a mudar, a viver uma vida nova!
Mas alguns podem perguntar: Mas tem como se divertir sem ser da forma que acima relatamos? Será que vai ter graça? Vai ser legal?
Claro! Ou vocês pensam que todos os jovens do mundo se embriagam, se prostituem e se drogam, para serem "felizes"?
O que vocês acham?
Vamos aguardar seus comentários, para no próximo encontro darmos as dicas de como se divertir sem que seja preciso virar lixo.
Valeu! Até lá!

Por JVUC - PASCOM-PNSC

POR QUE O NAMORO NÃO É O TEMPO DE VIVER A VIDA SEXUAL?

As coisas da vida somente são boas e nos fazem felizes se são usadas dentro de sua finalidade. Você não pode, por exemplo, usar  o seu celular como um martelo!… Desvirtuando a sua finalidade, você provoca dano. Com o sexo se dá o mesmo; se for vivido fora do seu sentido, estraga tudo. Qual o sentido do sexo? O sexo, no plano de Deus,  tem duas dimensões, finalidades: “unitiva” e “procriativa”; elas se completam. Deus fez do casal humano “a nascente da vida” (Paulo VI); e assim deu ao homem a honra, a glória e a missão de gerar e educar os filhos.  Nenhuma outra missão é mais nobre do que esta.

Se é belo construir casas, carros, aviões …, mais belo ainda é gerar é educar um ser humano, imagem e semelhança de Deus. Nada se compara à missão de ser pai e mãe.  Na aurora da humanidade Deus disse ao casal: “multiplicai-vos”. “A dualidade dos sexos foi querida por Deus, para que o homem e a mulher, juntos, fossem a imagem de Deus” ( Paulo VI).

É através da atividade sexual que o casal se multiplica e se une profundamente; isto é um desígnio de Deus. O ato sexual é o ato “fundante” da geração do filho, porque é por ele que a doação amorosa do casal acontece.  É por isso que a Igreja não aceita outra maneira de gerar a vida humana. A geração de um filho tem de ser um ato de amor dos pais; por isso a fecundação não pode ser passada para as mãos dos médicos e bioquímicos.

Por outro lado, a relação sexual une o casal. Há muitas maneiras de se manifestar o amor: um gesto atencioso, uma palavra carinhosa, um presente, uma flor, um telefonema…, mas a mais forte manifestação de amor entre o casal, é o ato sexual. É a “liturgia” do amor conjugal. Ali cada um não apenas dá presentes ao outro, nem só palavras, mas “se dá” ao outro física e espiritualmente. É a expressão da “entrega da vida”.

Ora, você só pode entregar a sua intimidade profunda a alguém que o ama e que tem um “compromisso de vida” com você para sempre!

Qual é a diferença entre o sexo no casamento, realizado com amor e por amor, e a prostituição?  É o amor baseado num compromisso de vida para sempre. Se você tirar o amor, o sexo se transforma em prostituição, comércio.

No plano de Deus o sexo é diferente, é manifestação do amor conjugal; é a “marca” na alma, de duas pessoas que se uniram para sempre, na dor e na alegria, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza; é uma verdadeira liturgia desse amor, cujo fruto será o filho do casal. Cada um é “responsável pelo outro”  até a morte, em todas as circunstâncias fáceis e difíceis da vida. Sem este “compromisso de vida” o ato sexual não tem sentido, e se torna vazio e perigoso.

Na fusão dos corpos se celebra profundamente o amor de um pelo outro: a compreensão recíproca, a paciência exercida, o perdão dado, o diálogo mantido, as vitórias conquistadas, as lágrimas derramadas… é a “festa do amor conjugal”.  Por isso é o ato fundante da vida.

O ato sexual vai muito além de um mero ato físico; a união dos corpos sinaliza a “união dos corações” e dos espíritos pelo amor. Por isso não pode ser um ato improvisado, um mero momento de prazer ou de celebração emotiva; é muito mais, é a celebração de uma vida vivida a dois para sempre, na renúncia e na alegria.

Nesta “festa” do amor conjugal, o casal se une fortemente, e no ápice do seu prazer, Deus quis que o filho fosse gerado. Assim, ele não é apenas carne e sangue dos seus pais, mas “amor do seu amor”.

É por isso que a Igreja ensina que o ato sexual, para não ser desvirtuado, deve sempre estar aberto à geração da vida, sem que isto seja impedido por meios artificiais.

Ora, se o ato sexual gera a vida de um novo ser humano, ele precisa ser acolhido em um lar pelos seus pais. É um direito da criança que vem a este mundo. Nem o namoro, nem o noivado oferece ainda uma família sólida e estável para o filho. Não existe ainda um compromisso “ até que a morte os separe”.

Quantos rapazes engravidaram a namorada, e tiveram de mudar totalmente o rumo de suas vidas!  Às vezes são obrigados a deixar os estudos para trabalhar; vão morar na casa dos pais … sem poderem constituir uma família como convém.

É por isso que o sexo não deve ser vivido no namoro e no noivado. Ao contrário do que acontece hoje comumente, a última entrega ao outro deveria ser a do próprio corpo, só depois que os corações e as vidas estivessem unidas e compromissadas por uma “aliança”  definitiva. Isto está longe de acontecer ainda no namoro que é apenas um tempo de escolha.

Se você apanhar e comer uma maçã ainda verde, ela vai fazer mal a você, e se estragará. Se você viver a vida sexual antes do casamento, você terá problemas e não alegrias. E poderá ferir a outra pessoa. Além do mais, quando o namoro termina, as marcas que o sexo deixou ficam no corpo da mulher para sempre.  Para o rapaz tudo é mais fácil.

Então, como é que você quer exigir da sua namorada o seu corpo, se você não têm um compromisso de vida assumido com ela, para sempre? Não é justo e nem lícito exigir o corpo de uma mulher antes de colocar uma aliança – prova de amor e de fidelidade – na sua mão esquerda.

São Paulo há dois mil anos já ensinava aos Coríntios: “A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa”  (1 Cor 7,4). O Apóstolo não diz que o corpo da namorada pertence ao namorado, e nem que o corpo da noiva pertence ao noivo.

As conseqüências do sexo vivido fora do casamento são terríveis: mães e pais solteiros, despreparados; filhos abandonados, ou criados pelos avós, ou
em orfanatos.  Muitos desses se tornam ás vezes abandonados e delinqüentes que cada vez mais enchem as nossas ruas, buscando nas drogas e no crime a compensação de suas dores. Quantos abortos são cometidos porque busca-se apenas egoisticamente o prazer do sexo, e depois elimina-se o fruto, a criança!  Só no Brasil são 4 milhões por ano.  Quatro milhões de crianças assassinadas pelos próprios pais!

As doenças venéreas são outro flagelo do sexo fora do casamento. Ainda hoje convivemos com os horrores da sífilis, blenorragia, cancro, sem falar do flagelo da AIDS. Por causa dessa desvalorização da vida sexual, e da sua vivência de modo irresponsável e sem compromisso, assistimos hoje esse triste espetáculo de milhões de meninas adolescentes de 12 a 15 anos, grávidas.

A nossa sociedade é perversa e irresponsável. Incita o jovem a viver o sexo de maneira precoce e sem compromissos, e depois fica apavorada com a tristeza das meninas grávidas. Isto é fruto da destruição da família, do chamado “amor livre”, e do comércio vergonhoso que se faz do sexo através da televisão, dos filmes eróticos, das revistas pornográficas e, agora, até através do telefone e da internet.

E o que se oferece agora, a essas pobres meninas, é o veneno da Pílula do Dia Seguinte, uma bomba hormonal abortiva, com uma carga 10 vezes maior que a pílula anticoncepcional comum. É a promoção pública da depravação sexual e destruição da família. Veja jovem, quanta tristeza causa o sexo fora e antes do casamento. Além disso, a jovem, na sua psicologia feminina, não esquece os menores detalhes da sua vida amorosa. Ela guarda a data do primeiro encontro, o primeiro presente, etc…; será que ela vai esquecer a primeira relação sexual? Esta primeira relação deve acontecer num ambiente preparado, na lua de mel, onde a segurança do casamento a sustenta.

O namoro é o tempo de conhecer o coração do outro, e não o seu corpo; é o momento de explorar a sua alma, e não o seu físico.

Um casal de namorados que souber aguardar a hora do casamento para viver a vida sexual, é um casal que exercitou o autocontrole das paixões e saberá ser fiel um ao outro na vida conjugal. Eu sei que o mundo lhe diz exatamente o contrário, pois ele não quer “entrar pela porta estreita” (Mt 7,14), mas que conduz à vida.

Peço que você faça esta experiência: veja quais são as famílias bem constituídas que você conhece; veja quais são os casamentos que estão estáveis, e verifique sob que bases eles foram construídos. Você verá que nasceram de casais de namorados que se respeitaram e não brincaram com a vida do outro.

Eu vivi assim; não tivemos vida sexual até o nosso casamento; somos casados há 36 anos e felizes, com os nossos cinco filhos e seis netos.

Do livro “Namoro” – Prof. Felipe Aquino - www.cleofas.com.br

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

FILHOS ÓRFÃOS DE PAIS VIVOS

Acho que todos vocês já escutaram essa frase em algum momento de suas vidas: "Filhos órfãos de pais vivos."

Existem muitos filhos que são verdadeiros órfãos nesse mundo, embora tenham seus pais vivos e convivam com eles sob o mesmo teto. Já não estou falando nem de pais separados em que cada um vai para um lado e os filhos é que se virem e que se contentem quando conseguem o convívio com pelo menos um deles.
Estou falando de pais que vivem juntos, no mesmo teto, e com seus filhos.
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É aí que muitas vezes também encontramos jovens abandonados, pois embora vivam no mesmo teto que seus pais, cada um tem a sua vida. Trocam palavras indispensáveis para que consigam sobreviver, mas falta o sentido de uma verdadeira família, onde a amizade, o amor, o carinho, o respeito mútuo e a atenção são elementos fundamentais e que deveriam estar presentes num relacionamento familiar sadio, respeitoso, caloroso e amoroso. 
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Mas, nos tempos atuais, cada vez mais encontramos famílias em que seus membros vivem juntos, mas falta tudo isso que acabamos de falar. A agitação do dia-a-dia, o estresse, a preocupação com o trabalho e o emprego, a busca desenfreada pelo ter cada vez mais, a luta pela independência etc, são elementos que vão minando os nossos conceitos de uma boa convivência e vão transformando o relacionamento entre os membros de uma família em mero convívio de pessoas que se conhecem, sob o mesmo teto.
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E onde fica o amor, a atenção para com o esposo, a esposa, e para com os filhos?
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Isso tudo que pode parecer para alguns, que é uma maneira normal de se viver em família hoje em dia, onde cada um tem a sua vida e cada um cuida de si próprio, não passa de uma simples convivência social; onde, se sobrar algum tempo extra, o que raramente acontece, de repente um pode trocar uma palavra com outro; mas de preferência sem compromisso e responsabilidade.
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O que os filhos estão passando ? O que estão precisando em termos afetivos ? Preocupações e perguntas tais como: Aonde você vai ? Que horas vai voltar ? Com quem vai ?
Advertências visando resguardá-los, tais como: Cuidado ! Não chegue tarde ! Você precisa descansar ! Não vá àquele baile hoje, pois estou preocupado com alguma coisa e não sei o que é !
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Se você, meu jovem já escutou ou escuta algumas dessas perguntas ou mesmo advertências, fique feliz, pois seus pais ainda se preocupam com você ! Muitos jovens de várias idades gostariam tanto de escutar essas mesmas palavras.
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E se vocês, pais, nunca falaram nenhuma dessas palavras para seus filhos, procurem rever suas vidas e seus relacionamentos com eles, pois com certeza, algo vai errado.
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Existem filhos que as vezes reclamam quando seus pais os alertam, os questionam para onde vão e com quem, a que horas vão chegar, etc. Já se consideram adultos e não precisam dessas recomendações, nem preocupações. Alguns pais com certeza já escutaram essas reclamações por parte de seus filhos.
Mas, embora isso exista, com toda a certeza desse mundo, esses mesmos filhos que reclamam, no fundo de seus corações se sentem bem e orgulhosos e confiantes, pois sabem que seus pais se preocupam com eles. Sabem que seus pais estão tendo cuidado para com eles. E isso lhes dá uma confiança muito grande. Pois sentem que têm uma verdadeira família e que podem contar com ela em todos os momentos.
Podem acreditar, caríssimos amigos, esses jovens são felizes. Pois têm verdadeiros pais !
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Infelizes são aqueles jovens que têm toda a liberdade do mundo, que podem fazer o que quiserem, que ninguém vai incomodá-los; ninguém os questiona. Esses com toda certeza, são os jovens que mais se sentem abandonados, sentem-se órfãos de pais vivos.
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Há algumas semanas atrás, fui procurado por um jovem em minha casa, que já conhecíamos, para simplesmente conversar. É isso, ele queria simplesmente conversar com alguém. Desabafar. Ele já não tem mais a mãe e seu pai vive com outra família.
Ele ? Vive sozinho com sua irmã de 18 anos, numa casa. Ele tem 20 anos. Trabalha e estuda.
Sua mãe morreu há alguns anos, de depressão aguda, quando seu pai os largou, para viver com outra mulher. E esses dois jovens, mais uma vez, é que “pagaram o pato”. Quando seu pai os abandonou, ele tinha 10 anos e sua irmã 8. A menina até hoje tem problemas sérios de depressão, já tentou suicídio duas vezes, pois acha que ninguém gosta dela.
E o rapaz, queria simplesmente conversar ! Estou escrevendo isso e meu coração está sangrando de tristeza. As lágrimas me vêm ao rosto quando lembro disso. Ele só queria conversar com alguém !!!
Seu pai vive no mesmo Bairro que ele e sua irmã, mas nunca os procura. Por que ? O que se passa nesse coração, meu Deus ?
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Depois de uma de nossas conversas, das diversas vezes que ele já me procurou, ele me disse: Sabe tio (é assim que ele me chama), eu já conversei coisas com você , que nunca falei para o meu pai. Você sabe mais da minha vida do que ele.
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Após ele sair da minha casa nesse dia , chorei muito. De alegria, por poder estar ajudando a um jovem; mas também, de tristeza, pois quem tinha que estar escutando isso era o seu verdadeiro pai. Que está tão perto dele fisicamente, mas tão longe espiritualmente e amorosamente.
É meus amigos...Infelizmente, esse jovem é mais um “órfão de pai vivo.”
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Há uns dois anos atrás, uma amiga da minha esposa chegou um dia em nossa casa, apavorada.
Contou-nos ela, que seu filho de 17 anos, namorava uma menina do mesmo Bairro onde morava. Um belo dia a menina apareceu grávida e seus pais não sabiam e nem desconfiavam. A mãe do rapaz questionou então, seu filho, e a resposta foi a mesma de sempre: “aconteceu mamãe”, “nós não queríamos, mas...”. A mãe do rapaz nos contou também como era a vida da namorada de seu filho junto a seus pais.
Eles moravam numa casa de dois andares. O quarto dos pais era na parte de cima da casa e o quarto das meninas (a namorada do rapaz e a irmã), era no andar térreo.
Quando dava uma determinada hora da noite, os pais das meninas subiam para seu quarto, trancavam a porta e podia cair o mundo que eles de lá não saíam. Só o faziam no dia seguinte.
As meninas então estavam acostumadas a, assim que seus pais subiam para seus aposentos, fazerem tudo o que tinham direito, ou seja, saiam de casa para festas e bailes, voltando altas horas da madrugada, assim como saíam para namorar. E numa dessas escapulidas, a namorada do filho da amiga da minha esposa, ficou grávida.
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Mas o pior vem agora. Quando o pai descobriu que a sua filha estava grávida (chegou num ponto que não deu mais para esconder), ele virou uma fera. Ameaçou por diversas vezes a menina, dizendo que ela não poderia ter aquele filho e que deveria procurar um jeito de fazer o aborto. Como a menina, graças a Deus, não o atendeu, ele chegou a um ponto de dar chutes na barriga da filha para ver se ela abortava. Tudo isso porque ele não queria que a vizinhança ficasse sabendo que uma de suas filhas estava grávida sendo solteira ainda.
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Antes de mais nada é um verdadeiro criminoso e eu cheguei ao ponto de falar para a amiga da minha esposa que se ele continuasse a fazer isso eu iria denunciá-lo a Polícia e ao Conselho Tutelar. Graças a Deus ele parou.
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Agora vamos analisar esse comportamento. Que direito tem esse pai de cobrar alguma coisa de sua filha, se não ligava a mínima para ela ? Se não tomou os cuidados necessários que todos os pais responsáveis devem ter para com seus filhos ? A única coisa que o incomodou foi o que os vizinhos poderiam falar ! Ora, tenha a santa paciência...!
Esse pai deveria sim, mesmo a filha tendo errado, acolhê-la e à sua futura neta, que ele não chegou a ver, pois a menina teve algum tempo depois um aborto expontâneo e perdeu o bebê. Era uma menininha. Com certeza foi mais um anjinho que chegou no céu !
Essa menina, quase mãe precoce, é mais uma jovem órfã de pais vivos!
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Vocês pensam que terminam aí os diversos casos de jovens órfãos de pais vivos ? Infelizmente não. Existem inúmeros casos de jovens cujos pais estão vivos, que em algum momento de seus relacionamentos, se separaram e hoje vivem um para cada lado. Seus filhos ? Se viram sozinhos ! São jovens de 16, 17, 18, 19,... anos. Jovens que têm pais que moram em suas novas casas com outras esposas e filhos, mães que moram em outras casas com seus novos maridos e também filhos. E ambos que não querem saber de seus filhos do primeiro casamento.
Aliás, para ser completamente justo, existem alguns pais que de vez em quando se preocupam com seus filhos, e até os chamam para passarem um dia com eles, na casa do pai ou da mãe. Isso quando as suas novas famílias permitem e não se sentem incomodadas.
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Os filhos ? Vivem sozinhos todo o restante do tempo. Natal ? Ano Novo ? Dia dos pais ? Dia das mães ?
Muitos desses jovens arrumam amigos, que normalmente têm o mesmo tipo de problema e se juntam a eles para passarem essas datas pelo menos na companhia de alguém.
Mas tem o seu lado positivo !? É que muitos desses jovens, ou quase todos, aprendem a se virar sozinhos, e aprendem então a cozinhar (coitados, pelo menos tentam). Um dia fui a casa de um deles, num domingo, na hora do almoço e ele estava comendo ovo cozido com macarrão instantâneo. Isso num domingo, que é um dia de se comer melhor em família. Desculpem, mas esse jovem não tem família. Pelo menos que o ame.
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Em outro dia, um outro jovem chegou a minha casa por volta das quatro horas da tarde. Estávamos sentados à mesa para tomar um cafezinho da tarde. Era também um domingo. Oferecemos a ele o café, e durante a nossa conversa ele nos disse que aquela era a sua primeira refeição do dia. Sua mãe, também separada, tinha arrumado um namorado e tinha ido desde sexta-feira à noite, com ele, para uma praia na Região de Angra dos Reis. Só voltaria no domingo à noite e bem tarde. Aliás, ele confessou que todo o final de semana sua mãe costuma fazer isso.
O rapaz e sua irmã, menor de idade, ficam sozinhos em casa.
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Tudo bem que todos tenham o direito de reestruturarem suas vidas após relacionamentos desfeitos. Não estou questionando isso, nem julgando ninguém. Só questiono é, porque se esquecem dos filhos do primeiro casamento ? Por que se esquecem que colocaram filhos no mundo e que esses mesmos filhos precisam ainda de carinho, de amor, de compreensão, de amizade, de segurança; enfim, de um lar. E quem não precisa ? Afinal, não é isso que esses pais estão procurando novamente ?
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E a coisa é tão séria meus amigos, que algum tempo atrás, fiquei chocado (“ainda bem que ainda estou me sentindo chocado com essas situações tão corriqueiras”), quando li em um jornal de grande circulação a seguinte manchete: “STJ vai decidir se pai deve indenizar filho por falta de atenção e carinho”.
Aquele título me deixou meio que desconcertado. Pensei: Será que é o que estou pensando mesmo, ou o título é sensacionalista e a matéria não tem muito a ver com ele ?
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Ao ler a reportagem deparei-me com a realidade dos fatos. Realmente era o que eu estava pensando, ou seja, mais uma história real de abandono, de falta de carinho de um pai para com um filho, que hoje está com 24 anos e reclama, que desde os 6 anos de idade seu pai, ao formar outra família onde teve outra filha, o abandonou. E, ao invés de lhe dar carinho e atenção também, como era direito seu, como filho; “só recebeu frieza, abandono e rejeição, mesmo em datas importantes como aniversários e formatura do colégio”, conforme as próprias palavras no texto da reportagem.
Por isso, aquele jovem, estava entrando na justiça contra seu próprio pai, reclamando uma indenização pelo abandono que sofreu quando mais precisava do pai. A título de curiosidade e de “alerta para outros pais”, a indenização pedida era de R$ 52.000,00.
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O que aumentou mais o meu espanto, foi que ao final da reportagem, vinham as seguintes palavras:
“Levantamento feito pelo STJ mostra duas decisões anteriores em casos parecidos. Em Capão da Canoa (RS), um pai foi condenado a pagar 200 salários-mínimos à filha. E, em São Paulo, outro pai indenizou a filha em R$ 50.000,00”. Termina a reportagem.
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O que me entristeceu nesta reportagem, foi a constatação de onde chegou a Sociedade em que vivemos. É o cúmulo, que um filho entre com uma ação na justiça contra seu próprio pai, porque este não lhe deu carinho, amor e atenção, na sua vida.
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Não estou questionando a ação do filho ou das filhas, mas sim, a situação em si, que demonstra a falta de carinho, de amor, de compreensão e de atenção dos pais para com seus próprios filhos. Aqueles mesmos filhos que nasceram de momentos de amor e de carinho, com suas esposas.
Estes filhos, são frutos do amor conjugal de esposo e esposa. Pelo menos espero que assim o tenham sido.
E como pode, um fruto do amor, terminar com uma demonstração de raiva ou até ódio, levando ao ponto que acabamos de descrever ?
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É como diz um amigo meu. Se o mundo ainda não chegou ao seu final, está no ensaio geral !
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Do Livro "Filhos, Presentes Especiais de Deus"
Por José Vicente Ucha Campos

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Comentário do Blog:
Querido(a) jovem que acabou de ler esse artigo, no qual foram relatados casos reais. Se você está numa situação dessas, não desanime, tente se aproximar de seu pai e/ou sua mãe.
É difícil dizer, mas, talvez eles não sejam tão culpados assim, pois talvez não tenham recebido também a atenção, o carinho e o amor dos pais deles (seus avós), que também podem não ter...
Por isso, às vezes fica muito difícil dar aquilo que nunca recebemos.
Então, jovem, cabe a você, essa difícil tarefa de quebrar esse ciclo de desamor, e de se aproximar deles e ensinar-lhes a amá-lo(a).
Não desista nunca. A força que você precisará para isso, está ao seu dispor, chama-se Jesus Cristo. Aquele que nunca nos deixa sós, que nunca nos trai, e, que sempre está de braços abertos para acolhê-lo(a).
Junte-se a Ele, e você verá que tudo se tornará mais fácil.
Fique com Deus! E acredite: Estamos torcendo por você.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

HORA DO PLANETA 2011

ALÔ JOVEM, CHEGOU A SUA HORA!!!!

Dentro do Tema da Cmapanha da Fraternidade desse ano de 2011, que é: "Fraternidade e a Vida no Planeta" e do Lema, que é: "A Criação geme em dores de parto", podemos já fazer algo de concreto para chamarmos a atenção de todos para a necessidade de termos mais cuidado com o nosso Planeta Terra.
Esse gesto concreto, pode se dar no próximo dia 26 de março, entre 20:30h e 21:30h, quando somos todos convocados a participar da "Hora do Planeta", que consiste num gesto voluntário de apagarmos as luzes de nossas casas, escritórios e de onde estivermos e mantermos assim por uma hora.

Convocamos a todos os jovens do nosso Brasil e do Mundo inteiro a aderirem conosco neste gesto. Vamos aproveitar inclusive para meditarmos e debatermos o que podemos continuar fazendo de concreto em nossas vidas do dia-a-dia, para cuidarmos melhor da Mãe Terra, e assim preservá-la para o nosso futuro e dos nossos filhos.

A hora é agora. Vamos lá galera! Mobilize o seu grupo, a sua família, para no dia 26, termos um verdadeiro "apagão" voluntário no nosso Brasil. Divulgue também essa iniciativa entre os seus amigos e parentes.

Para maiores detalhes e participação mais ativa na "Hora do Planeta", inclusive afiliando-se (o nosso Blog já é um participante), acesse o site.
Veja também no site a seguir, como foi o evento pelo mundo a fora.