Olá galera!

Criamos esse espaço para que seja um cantinho onde todos os jovens possam compartilhar suas opiniões, críticas, sugestões, sobre os diversos aspectos que os cercam no dia-a-dia de suas vidas e que dificilmente têm com quem partilhar e opinar.

Chega de papo, vamos à luta!

Um grande abraço a todos!
José Vicente Ucha Campos

Contato: jvucampos@gmail.com



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

POR QUE SOU CATÓLICO ?

Para responder a essa pergunta, vejamos primeiro o que é a 
Igreja Católica.


As minhas buscas por conhecer mais sobre a minha Igreja e a sua Doutrina, levaram-me a procurar estudar em Instituições sérias e reconhecidas pela Igreja e a realizar estudos por conta própria, sempre no intuito de conhecer mais sobre aquele que me conhece tão bem, o Nosso Senhor Jesus Cristo.

Desta forma, um dia senti-me impelido a colocar no papel, as razões que me levam a ser católico e a acreditar cada vez mais nesse Deus maravilhoso e misericordioso, chamado Jesus Cristo, e na Sua Igreja.

Vejamos então:

1 - Que outra religião, em todo mundo, tem mais de 2.000 anos de existência?

R: Além da Igreja Católica (2.000 anos), o Hinduísmo (3.500 anos), o Judaísmo (3.000 anos),  e o Islamismo (1.400 anos).

2 - Que outra religião, em todo mundo, o Deus que a instituiu se fez homem e se entregou para morrer numa cruz e três dias depois ressuscitou dos mortos e foi para o céu?

R: Todas as Igrejas Cristãs, inclusive a Igreja Católica.

3 - Que outra religião, em todo mundo, foi instituída pessoalmente pelo próprio Deus, Jesus Cristo?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

4 - Que outra religião no mundo, tem várias pessoas que dedicaram suas vidas a vivência da palavra de Deus e morreram por amor a Ele, como os nossos santos?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

5 - Que outra religião, em todo o mundo, tem uma Mulher como a mãe de Deus, que nos foi dada também como nossa Mãe do Céu, pela misericórdia e amor de seu  filho Jesus?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

6 - Que outra religião, em todo o mundo, nos oferece a salvação eterna e a convivência com o próprio Deus, único e verdadeiro, pela eternidade?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

7 - Que outra religião, em todo o mundo, tem o maior número de obras de caridade para atender aos pobres, os bebês e as crianças carentes, os jovens e as famílias?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

8 - Que outra religião, em todo o mundo, tem o maior número de escolas e universidades, além de hospitais, que ajudam nas pesquisas científicas e nos ensinamentos da palavra de Deus?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

9 - Que outra religião, em todo o mundo, tem um processo sucessório de seu comando, que começou com o próprio Jesus Cristo e daí em diante teve 266 Papas até o presente dia?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

10 - Que outra religião, segue uma Liturgia única em todo o mundo, de forma que a Missa que é celebrada na China, na Rússia, Na Nova Zelândia, no Quênia, na Colômbia, nos EUA ou em qualquer país da Europa, ou mesmo do mundo, é a mesma?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

11 - Que outra religião, em todo o mundo, foi tão perseguida, a ponto de milhares e milhares de seus seguidores serem mortos de diversas formas e nenhum deles ter desistido de sua fé, como a situação que está acontecendo atualmente em diversos países do mundo, tais como no Irã, Paquistão, China, Ucrânia, Níger, Nigéria e tantos outros países?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

12 - Que outra religião, em todo o mundo, foi investida pelo próprio Deus do poder de perdoar os pecados de seus seguidores, quando esses se arrependem e têm o firme propósito de não errarem mais, embora sejam falhos e voltem a pecar, sendo novamente perdoados?

R; Nenhuma. Só a Igreja Católica.

13 - Que outra religião , em todo o mundo, consegue convencer três milhões e setecentos mil jovens de todos os países do mundo, a virem a um país da América do Sul, como o Brasil, para rezar, cantar e escutar a palavra de Deus proferida pelo nosso Papa Francisco?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

14 - Que outra religião tem milhares de Igrejas maravilhosas, construídas nos diversos estilos arquitetônicos, espalhadas pelo mundo a fora?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

15 - Que outra religião, em todo o mundo, luta o tempo todo contra o aborto no mundo, contra a fome, contra a miséria, contra a injustiça social, contra a eutanásia, contra a destruição da família e tantos outros aspectos que tiram a dignidade humana?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

16 - Enfim, que outra religião, em todo o mundo, seus fiéis podem receber todo dia o próprio Deus, vivo e presente na Hóstia Consagrada?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.



Depois de tudo isso... Dá pra não ser católico?

Ainda está em dúvidas sobre algum ponto? Assista aos vídeos a seguir e/ou escreva pra nós. 

Jesus Cristo os abençoe!








Por; José Vicente Ucha Campos

Fonte: Blog A Igreja Católica no Mundo (http://aigrejacatolicanomundo.blogspot.com.br/)



terça-feira, 10 de fevereiro de 2015



A VERDADE SOBRE O CARNAVAL


De onde vem o Carnaval? Alguns, erroneamente, dizem até que foi a Igreja Católica que o inventou; nada mais absurdo.

Vários autores explicam o nome Carnaval, do latim “carne vale”, isto é, “adeus carne” ou “despedida da carne”; o que significa que no Carnaval o consumo de carne era considerado lícito pela última vez antes dos dias de jejum quaresmal. Outros estudiosos recorrem à expressão “carnem levare”, suspender ou retirar a carne.

Alguns etimologistas explicam as origens pagãs do Carnaval: entre os gregos e romanos costumava-se fazer um cortejo com uma nave, dedicado ao deus Dionísio ou Baco, o deus do vinho, festa que chamavam em latim de “currus navalis” (nave carruagem), de donde teria vindo a forma Carnavale. Não é fácil saber a real origem do nome.

Outras festas semelhantes aconteciam na entrada do novo ano civil (mês de janeiro) ou pela aproximação da primavera, na despedida do inverno. Eram festas religiosas, dentro da concepção pagã e da mitologia. Por exemplo, para exprimir o cancelamento das culpas passadas, encenava-se a morte de um boneco que, depois de haver feito seu testamento era queimado ou destruído.

Em alguns lugares havia a confissão pública dos vícios, o que muitas vezes se tornava algo teatral, como por exemplo, o cômico Arlequim que, antes de ser entregue à morte confessava os seus pecados e os dos outros.

Tudo isso era feito com o uso de máscaras, fantasias, cortejos, peças de teatro, etc. As religiões ditas “de mistérios” provenientes do Oriente e muito difusas no Império Romano, concorreram para essas festividades carnavalescas. Estas tomaram o nome de “pompas bacanais” ou “saturnais” ou “lupercais”. Como essas festas perturbavam a ordem pública, o Senado Romano, no séc. II a.C., resolveu combater os bacanais e seus adeptos, acusados de graves ofensas contra a moralidade e contra o Estado.

Essas festividades populares podiam acontecer no dia 25 de dezembro (dia em que os pagãos celebravam Mitra - ou o Sol Invicto) ou o dia 1º de janeiro (começo do novo ano), ou outras datas religiosas pagãs.

Quando o Cristianismo surgiu, encontrou esses costumes pagãos. Os missionários procuraram então cristianizar esses costumes, como ensinava São Gregório Magno, no sentido de substituir essas práticas supersticiosas e mitológicas por outras cristãs (Natal, Epifania do Senhor ou a Purificação de Maria, dita “Festa da Candelária”, em vez dos mitos pagãos celebrados a 25 de dezembro, 6 de janeiro ou 2 de fevereiro). Por fim, essas festividades pagãs do Carnaval ficaram apenas nos três dias que precedem a Quarta-feira de Cinzas.

A Igreja procurou também incentivar os Retiros espirituais e a “Adoração das Quarenta Horas” nos dias anteriores à Quarta-feira de cinzas. Hoje, graças a Deus, temos em todo o nosso país Encontros e Aprofundamentos religiosos.

Infelizmente, o Carnaval, sobretudo no Brasil, “descambou” para a dissolução dos costumes; nos bailes e nas Escolas de Samba predominam o nudismo e  toda espécie de erotismo. Esquece-se que os Mandamentos são a via da libertação e que o pecado é a escravidão da pessoa: “Não pecar contra a castidade” e “Não desejar a mulher do próximo” (cf. Ex 20,2-17; Dt 5,6-21).

É triste observar que o próprio Governo estimula esse desregramento com uma ampla distribuição de “camisinhas”, para que os foliões pequem à vontade sem perigo de contaminação. O Papa João Paulo II assim se expressou sobre a camisinha: “Além de que o uso de preservativos não é 100% seguro, liberar o seu uso convida a um comportamento sexual incompatível com a dignidade humana [...]. O uso da chamada camisinha acaba estimulando, queiramos ou não, uma prática desenfreada do sexo [...] O preservativo oferece uma falsa ideia de segurança e não preserva o fundamental” (PR, nº 429/1998, p. 80).

Nesta época vale recordar o que disse São Paulo: “Nem os impudicos, nem idólatras, nem adúlteros, nem depravados, nem de costumes infames, nem ladrões, nem cobiçosos, como também beberrões, difamadores ou gananciosos terão por herança o Reino de Deus (l Cor 6,9; Rm 1, 24-27)”. O Apóstolo condena também a prostituição (1 Cor 6,13s, 10,8; 2 Cor  12,21; Cl 3,5) e as paixões da carne tão vividas no Carnaval.

O sexo foi feito para o matrimônio e o matrimônio foi elevado à sua dignidade por Cristo (Mt 5,32). Jesus proclamou: “Bem-aventurados os puros, porque eles verão a Deus”. Disse São Paulo: “A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa” (1 Cor 7,4). As consequências do sexo vivido fora do casamento são terríveis: famílias destruídas; pais e mães (jovens) solteiros; filhos muitas vezes abandonados, ou em orfanatos, e hoje muitas crianças “órfãs de pais vivos”, como disse João Paulo II.

Por tudo isso o cristão deve aproveitar esses dias de folga para descansar, rezar, estar com a família e se preparar para o início da Quaresma na Quarta-feira de Cinzas. O cristão não precisa dessa alegria falsa das festas carnavalescas; pois o prazer é satisfação do corpo, mas a verdadeira alegria é a satisfação da alma, e esta é espiritual.
Por: Professor Felipe Aquino

Fonte: Aleteia

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

VIRGINDADE...?!


A virgindade ou o celibato, além de conselho para alguns, é também de outra forma um preceito para todos. De fato, além de ser um estado livremente escolhido por toda a vida, é também um dever ou, melhor, um ideal e uma proposta evangélica para todos, durante aquela fase da vida que precede a escolha definitiva da própria vocação.
Neste sentido a mensagem não se destina apenas aos religiosos e aos que se preparam para o sacerdócio, mas a todos os batizados. As motivações que iremos descobrir para a virgindade pelo Reino podem servir de apoio e de motivação também para os esforço de uma jovem ou de uma rapaz cristãos na preservação de sua pureza e de sua integridade física e espiritual até o dia do casamento. Se a virgindade é que permite ao consagrado dizer a Cristo: “Todos os meus frutos melhores, meu Amado, para ti os reservei” (veja Ct 7, 14), a guarda da integridade em vista do matrimônio é que permite, no dia das núpcias, oferecer à pessoa amada o dom inestimável, e por todos secretamente desejado, de ouvir essas mesmas palavras no seu sentido mais literal: “Todos os meus frutos melhores, para ti os reservei”.
Isso sem levar em conta que não podemos falar da virgindade e do celibato sem um contínuo confronto com o matrimônio. Portanto, falar sobre ambos significa também falar sobre este. Aliás, de certo modo é mediante esse confronto que mais bem se descobre a natureza e a bondade do carisma próprio.
Hoje vemos como a cultura dominante de fato se lança ao ataque contra esse valor da virgindade. Segundo a tendência, que todos conhecemos, de desprezar o que se perdeu ou não se consegue atingir (era o que fazia a raposa da fábula dizer das uvas: “estão verdes”) a cultura secular lança a suspeita e até o ridículo sobre esse valor tradicional que a própria natureza defendem cercando-o com a suave mas tenaz guarda do pudor. Rapazes e moças são levados pelo ambiente – às vezes até pelo ambiente escolar que deveria ajudá-los no amadurecimento – a se envergonhar de sua pureza e tentar ocultá-la a todo custo, ou até a inventar aventuras ousadas que jamais aconteceram simplesmente para não parecerem diferentes dos outros. Como disse alguém, a hipocrisia, que antigamente era o tributo pago pelo vício à virtude, hoje é o tributo que a virtude paga ao vício.
O efeito desse ataque insensato fez-se sentir indiretamente até mesmo na Igreja. Nem podia ser de outro modo, uma vez que vivemos e respiramos o ar deste mundo que nos assedia e que nos desevangeliza com todos os meios, dentro ou fora de casa. O celibato e a virgindade, ouve-se às vezes, não permitem que o homem seja plenamente homem, ou que a mulher seja plenamente mulher. Percebo uma conseqüência disso no modo como se apresenta a propaganda vocacional. Em encontros vocacionais, tive às vezes a impressão que o chamado para uma consagração especial fosse apresentado com um tácito mas claro pressuposto: “Abracem a nossa vida mesmo que traga consigo o celibato e a virgindade; assim poderão contribuir para a vinda do Reino, ajudar os pobres, conscientizar as massas, viver livres da escravidão das coisas, promover a justiça social”. Creio que devemos simplesmente rever nossa pouca fé e ter a coragem de convidar os jovens para que abracem a nossa vida consagrada, não apesar da virgindade e do celibato, mas por causa deles, ou pelo menos também por causa deles. Quem sabe, como no passado e nas origens da Igreja, será exatamente esse ideal que, em vez de afastá-los, irá apaixonar os jovens, atraindo-os à vida religiosa e sacerdotal.
A virgindade pelo Reino é, de fato, um valor esplêndido que as modas e o tempo não alterar. Podem juntar-se todas as forças e toda a sabedoria deste mundo, mais todas as assim chamadas ciências humanas, num protesto contra essa forma de vida, podem até defini-la como “uma infâmia do passado”, podem lançar sobre ela todas as suspeitas acrescentem-se ainda todos os pecados e todas as infidelidades daqueles mesmos que a quiseram abraçar; mesmo assim continuará existindo essa forma de vida, porque foi instituída por Jesus. Ninguém poderá arrancar da terra esta planta que o Filho de Deus, vindo a este mundo, plantou com suas próprias mãos. Aliás, o próprio mundo, sem se dar conta, paga tributo de honra a esse valor quando usa a palavra “virgem”; o óleo mais puro é o “extravirgem”; virgem é o que há de mais belo e de mais incontaminado entre os produtos do homem da terra. Temos de novamente nos apropriar das palavras e dos símbolos que a cultura secularizada tomou emprestadas da Bíblia e da tradição cristã e esvaziou de qualquer significado religioso. A palavra virgindade é uma dessas.
Fonte: Site da Comunidade Shalom

sábado, 7 de fevereiro de 2015

ORAÇÃO EFICAZ PARA PEDIR AJUDA NOS ESTUDOS


Para imprimir e guardar no fichário
A grande oração de São Tomás de Aquino, protetor dos estudantes

Criador inefável,

Tu que és a fonte verdadeira da luz e da ciência,

derrama sobre as trevas da minha inteligência um raio da tua claridade.

Dá-me inteligência para compreender,

memória para reter,

facilidade para aprender,

subtileza para interpretar,

e graça abundante para falar.

Meu Deus, semeia em mim a semente da tua bondade.

Faz-me pobre sem ser miserável,

humilde sem fingimento,

alegre sem superficialidade,

sincero sem hipocrisia;

que faça o bem sem presunção,

que corrija o próximo sem arrogância,

que admita a sua correcção sem soberba,

que a minha palavra e a minha vida sejam coerentes.

Concede-me, Verdade das verdades,

inteligência para conhecer-te,

diligência para te procurar,

sabedoria para te encontrar,

uma boa conduta para te agradar,

confiança para esperar em ti,

constância para fazer a tua vontade.

Orienta, meu Deus, a minha vida,

concede-me saber o que tu me pedes

e ajuda-me a realizá-lo

para o meu próprio bem

e de todos os meus irmãos.

Amém.

(São Tomás de Aquino)


Fonte: Aleteia

LANÇAMENTO DA JMJ LIVE





PARA MAIORES DETALHES ACESSE:

http://www.jmjlive.com/

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

A CASTIDADE CONTINUA SENDO O ÚNICO PRESERVATIVO EFICAZ NO CONTÁGIO DA AIDS

A castidade continua sendo  o único  preservativo  eficaz no   contágio da   AIDS




Imagine que o governo brasileiro distribuísse milhões de coletes a prova de balas a fim de que os brasileiros pudessem praticar “roubo seguro”. Tal atitude, se não fosse cômica, seria insultuosa. Ao fazer isso, o governo estaria chamando os cidadãos de ladrões. Mais que isso: estaria legitimando o roubo.

“Quem procura o bônus deve aceitar o ônus”. Ninguém tem o direito de roubar. Se roubar, já deve estar contando com a possibilidade de ser preso ou de receber tiros da polícia. Não é função do governo garantir aos ladrões a segurança em seu “trabalho”.

Coisa semelhante, mas muito pior, está acontecendo agora. O Ministério da Saúde distribui anualmente milhões de preservativos durante o carnaval a fim de que os brasileiros possam praticar “sexo seguro”. Ao fazer isso, o governo está chamando os cidadãos de devassos e libertinos. Mais que isso: está legitimando a devassidão e a libertinagem.

“Quem procura o bônus deve aceitar o ônus”. Ninguém tem o direito de unir-se ao corpo alheio antes do casamento (fornicação), de trair o cônjuge (adultério), de vender o próprio corpo (prostituição), de praticar atos antinaturais (homossexualismo). Quem pratica tais pecados contra a castidade, já deve estar contando com a possibilidade de contrair a AIDS ou outra doença sexualmente transmissível. Não é função do governo garantir aos devassos a segurança em suas aberrações.

Há defensores do governo que dizem que a campanha em favor do preservativo é um “mal necessário”. Argumentam eles que, como hoje é inútil falar de castidade aos jovens e adolescentes, a única “solução” é oferecer-lhes um meio para pecar com segurança.

Tal argumentação é falaciosa. Para uma população que já se houvesse bestializado a ponto de não querer ouvir falar de castidade, a solução seria alertá-la para os riscos do pecado que pretende cometer. Assim, os libertinos, cientes de que podem contrair uma moléstia mortal e incurável, ainda que levados pelo instinto de sobrevivência, abandonariam a libertinagem.

Além disso, para decepção dos defensores do “pecado seguro”, os jovens não estão tão endurecidos como se pensa. Prova disso é a ótima aceitação que tem tido no meio juvenil o livro “Descobrindo a castidade”, cuja segunda edição está para ser lançada. Os jovens gostam de desafios. Alegram-se quando veem alguém que não os trata como quadrúpedes. Entendem perfeitamente que não são como os irracionais, escravos dos seus instintos, que na época do cio agridem cegamente o animal do outro sexo para acasalar-se. Compreendem que o instinto reprodutor, presente no homem, deve ser governado pela razão. Daí a necessidade de guardar a virgindade antes do casamento, e de guardar a fidelidade conjugal depois dele.

Existe pecado seguro?

Há muito tempo os criminosos estão à procura do crime perfeito. Enquanto isso, o Ministério da Saúde apregoa o pecado seguro. Mas pode haver segurança para quem transgride a lei de Deus?

São Paulo diz que os gentios (os não judeus), “tendo conhecido a Deus, não o honraram como Deus nem lhe renderam graças” (Rm 1,21). E prossegue: “Por isso Deus os entregou a paixões aviltantes. Suas mulheres mudaram as relações naturais por relações contra a natureza (alusão ao homossexualismo feminino); igualmente os homens, deixando a relação natural com a mulher, arderam em desejo uns para com os outros, praticando torpezas homens com homens (alusão ao homossexualismo masculino) e recebendo em si mesmo a paga da sua aberração” (Rm 1,26-27).

Quem profana o sexo, que é tão sagrado quanto a vida, não deixa de receber o castigo. No exemplo fictício dos ladrões, o colete a prova de balas de maneira nenhuma asseguraria um “roubo seguro”. Mesmo usando o colete, os ladrões poderiam ser atingidos na cabeça, nas pernas ou nos braços. Da mesma forma, o famigerado “preservativo” de maneira nenhuma assegura aos fornicadores, adúlteros, prostitutos e homossexuais um “pecado seguro”.

Contra fatos não há argumentos

Imagine-se sentado na cadeira de um consultório odontológico e sentindo uma dor alucinante enquanto o dentista aplica a broca sobre um dente cariado. O profissional argumenta que você não pode, de modo algum, estar sentido dor. E isso, por vários motivos: a região foi bem anestesiada; já houve tempo mais do que suficiente para que o anestésico fizesse efeito; e, além disso, a perfuração da broca não foi muito profunda. Pergunto: toda essa argumentação faria a dor desaparecer? Você simplesmente responderia: “Sinto muito, doutor, mas apesar de tudo, estou sentindo dor”.

Assim, é totalmente inútil que o Ministério da Saúde tente convencer que o preservativo é impermeável ao HIV usando argumentos como este:

Pesquisadores dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos esticaram e ampliaram 2 mil vezes o látex do preservativo masculino (utilizando-se de microscópio eletrônico) e não foi encontrado nenhum poro. Em outro estudo, foram examinadas as 40 marcas de camisinha mais utilizadas em todo o mundo. A borracha foi ampliada 30 mil vezes (nível de ampliação que possibilita a visão do HIV) e nenhum exemplar apresentou poros[1].

Toda essa argumentação de que o preservativo não deveria deixar passar o HIV cai por terra diante do fato de que ele deixa passar não só HIV, mas até mesmo o espermatozoide!

De fato, os preservativos de látex nunca foram considerados um método eficaz de se evitar gravidez (eu disse gravideze não AIDS). Os preservativos têm uma taxa anual de sucesso de 85% na prevenção da gravidez. Há uma falha de 15%[2]. Ninguém até agora foi louco o suficiente negar que a mulher que usa preservativo pode engravidar, e que de fato, muitas vezes engravida.

Mas convém lembrar duas coisas:

a) a mulher só engravida em cerca de 6 dias por mês, enquanto o HIV pode infectar uma pessoa durante os 30 dias do mês.

b) o espermatozoide, que consegue passar pelas fissuras microscópicas do preservativo em 15% dos casos, é 450 vezes maior que o HIV! Só a cabeça do espermatozoide (que mede 3 milésimos de milímetro) é 30 vezes maior que o HIV, cujo diâmetro é 0,1 milésimo de milímetro!

O que relatei acima são fatos, e contra fatos não há argumentos. Como uma peneira que não consegue reter pedras poderá impedir a passagem de grãos de areia?

Os efeitos da propaganda enganosa

Ao afirmar categoricamente que o preservativo é impermeável, o Ministério da Saúde está oferecendo ao público uma falsa segurança. O resultado dessa publicidade enganosa é um aumento da prática sexual indiscriminada (antes ou fora do matrimônio, com pessoas do mesmo sexo, com prostitutos e prostitutas...) e, em consequência, o aumento da propagação da AIDS. Isso é coerente com o que admite o Ministério da Saúde sobre o crescimento de infectados entre os jovens: “Em relação aos jovens, os dados apontam que, embora eles tenham elevado conhecimento sobre prevenção da aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, há tendência de crescimento do HIV”[3].

Segundo relatório da ONU[4], na América Latina “aproximadamente 10 novas infecções por HIV ocorrem a cada hora” (p. 84). “Tem havido um lento, quase estagnante declínio no número de novas infecções entre 2005 e 2013. [...] Entretanto, em países como o Brasil, com um grande número de pessoas vivendo com HIV, as novas infecções cresceram 11%” (p. 88).

Segundo o Código de Defesa do Consumidor, “é proibida toda publicidade enganosa ou abusiva” (art. 37, caput). Ao omitir a informação de que o preservativo é permeável e, mais ainda, ao assegurar que ele é impermeável, a União federal está incorrendo em publicidade enganosa. Está incorrendo também em publicidade abusiva, uma vez que “é abusiva, dentre outras, a publicidade [...] que seja capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança” (art. 37, §2º). O Código pune com detenção de seis meses a dois anos e multa a conduta seguinte: “fazer ou promover publicidade que sabe ou deveria saber ser capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa a sua saúde ou segurança” (art. 68). Além disso, ao infrator é imposta uma contrapropaganda “de forma capaz de desfazer o malefício da publicidade enganosa ou abusiva” (art. 60, §1º).

Como se percebe, em nosso país essa lei tem sido simplesmente ignorada. Se fosse aplicada, o governo seria forçado a ensinar que não existe segurança fora da lei de Deus. 

Anápolis, 2 de fevereiro de 2015.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis


[1] Por que usar a camisinha. Disponível em http://www.aids.gov.br/pagina/por-que-usar.
[2] Cf. JONES, Elise F. & FORREST, Jacqueline Darroch, “Contraceptive Failure Rates Based on the 1988 NSFG (National Survey of Family I Growth)”:' Family Planning Perspectives 24:1 (Jan.-Feb. 1992), pp. 12, 18. Disponível em http://www.jstor.org/stable/2135719.
[3] Aids no Brasil. Disponível em http://www.aids.gov.br/pagina/aids-no-brasil
[4] UNAIDS. The gap report. 16 jul. 2014. Disponível em http://ep00.epimg.net/descargables/2014/07/15/af1da747cfd1bb233d64d9ac04939ab1.pdf

(Matéria publicada originalmente no site:  www.zenit.org, em 05/02/2015)



quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

INSCRIÇÕES PARA II JOGOS ARQUIDIOCESANOS DO RIO DE JANEIRO TERMINAM EM MARÇO


No clima de preparação para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, que acontecerão no Rio de Janeiro em 2016, a Pastoral do Esporte da Arquidiocese do Rio convida os fiéis das paróquias e comunidades para participar do II Jogos Arquidiocesanos, que acontecerão de maio a setembro deste ano.

Na primeira etapa vicarial serão oferecidas as modalidades: Atletismo (corrida de 100m, corrida de 400m e salto em distância), Futsal, Vôlei de Quadra, Vôlei de Praia e Tênis de Mesa. Os vencedores vão disputar a etapa final Arquidiocesana, entre os meses de agosto e setembro.

Segundo o assistente eclesiástico da Pastoral do Esporte, Padre Marcus Vinícius Antunes da Trindade, São Sebastião, padroeiro do Rio de Janeiro e também dos atletas será um estímulo a mais para os esportistas cariocas.

“Cada atleta poderá contar com um intercessor que foi muito valente e corajoso em defender a sua fé, e terá esse belo exemplo para encontrar força em meio às adversidades e desafios. Que cada atleta alimentado pela sua fé em Deus também possa chegar bem em suas competições”, afirmou o sacerdote.

Após o cadastro no site, os responsáveis pelas delegações que representarão as Paróquias ou as Comunidades de Vida/Aliança receberão um e-mail com o Termo de Adesão aos II Jogos Arquidiocesanos onde o pároco ou superior da Instituição Arquidiocesana deverá assinar junto com o Responsável pela Delegação, e depois retornar de forma digitalizada por e-mail à Pastoral do Esporte. A partir de então será liberado uma senha para que o Responsável pela Delegação faça a inscrição dos atletas por modalidade na competição.

As inscrições, que tiveram início no dia 20 de janeiro, podem ser feitas até o dia 22 de março, no site: www.pastoraldoesporterio.org.br 
Por: Cláudia Brito de Albuquerque e Sá

Fonte: Acidigital

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

É POSSÍVEL AMAR SUA NAMORADA SEM TER RELAÇÃO SEXUAL COM ELA


Quando se fala de namoro, logo se pensa num monte de coisa do tipo ‘pode’ ou ‘não pode’! Mais que isso, querem colocar em nossa cabeça que o namoro precisa ser um “teste drive” do outro para ver o quanto, de fato, conseguiremos levá-la ao máximo de prazer!


Vou direto ao assunto e falarei para os homens de plantão que querem amar suas namoradas, e não usá-las. Já com os dois pés em seu peito, eu lhe digo: “ É possível amar sua namorada sem ter de fazer sexo com ela”. Sim, é possível fazê-la profundamente desejada, amada e feliz sem ter de, com isso, apelar para uma relação sexual antes do casamento.
Tá bom! Este texto caiu em suas mãos e você não acredita nessa “historinha” do século passado. Mas quero desafiá-lo a ir até o fim desta página, pois você pode estar vivendo uma mentira em seu namoro, pode estar enganado, pensando que está amando sua namorada quando a leva para o motel ou se tranca com ela no quarto para as aventuras de um sexo sem amor.
Amar é esperar e dar de si ao outro, e não querer o outro para si. Sem muitas delongas, vamos às 10 formas de amá-la sem ter relações sexuais com ela antes do casamento:
Amar no olhar: Exercite a capacidade de vê-la como uma princesa, como uma filha de Deus, como alguém que, de fato, possui virtudes inimagináveis. Exercite a capacidade de demonstrar em seu olhar o quanto ela é importante para você e como sua vida ganha sentido quando gasta tempo olhando para ela. Afinal, há quanto tempo você não passa mais de 5 minutos olhando para ela olho a olho?
Amar no ouvir: Mulheres gostam de falar, falar e falar. E nós homens precisamos exercitar a capacidade de ouvir até aquilo que elas não dizem de maneira verbal. Mulheres, na sua maioria, querem que as “adivinhemos” e que gastemos tempo ouvindo o que ela não diz. Quando você conseguir isso, terá descoberto o fio de ouro da relação de vocês.
Amar no sentir: Antes de sentir o corpo nu de sua namorada (há um tempo reservado para isso, que se chama casamento), que tal sentir o coração dela? A maior e mais profunda penetração que você pode ter com ela não será a da relação sexual, mas será quando penetrar no coração dela e assim sentir os sentimentos que ela tem!
Amar no tocar: A nossa grande “neura”, enquanto homens ( infelizmente, a sociedade nos forma assim), é tocar no corpo da namorada, a fim de alcançar as partes mais erógenas dela e, assim, deixá-la pronta para uma relação sexual. Mas isso, no namoro, é uso e não amor. Quer amar sua namorada de verdade? Gaste tempo tocando na história dela, no que ela viveu e vive.
Amar no abraçar: Como um abraço é eficaz na arte de amar! Uma mulher envolvida por um abraço que envolve não somente seu corpo, mas tem a capacidade de envolvê-la no todo, sente-se não só protegida, mas profundamente valorizada. Seus braços têm a capacidade de envolver todo mistério e beleza de sua namorada?
Amar no beijar: Beijar é muito bom! Um beijo é mais que encontro de lábios, é encontro de desejos e anseios. Exercite nos beijos que dá em sua namorada a capacidade de despertar nela a alegria de estarem juntos. Uma mulher encontrada em um beijo se sente única e irrepetível.
Amar no cheirar: Não vá pensando que estou falando de fragrância francesa! Lógico que isso é muito bom também. Mas não é isso apenas, falo de sentir o que Paulo disse: “Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo (II Cor 2,15)”. Sentir nela o perfume de Jesus, do amor que Ele tem, dos sonhos que Ele traz, a fará insubstituível.
Amar no falar: Desde Eva, a mulher espera a fala de um homem. Foi na ausência da fala de Adão que Eva escolheu um caminho ruim. Sei que não somos tão bons no falar, e aí está justamente nossa maior arma. Exercite a capacidade de demonstrar o que sente, de falar realmente o que pensa. Não se canse de dizer “eu te amo”. Como disse Pier Giorgio, “o amor nunca diz ‘já chega’!”. Fale com ela de seus sonhos, dos seus desejos, da importância que ela tem em sua vida! Se soubéssemos a força de nossa voz…
Amar no pensar: Acredito que uma das maiores provas de amor é tentar pensar sobre o que o outro pensa. Não digo pensar igual, mas chegar ao lugar que o outro pensa. E quando se trata da sua namorada, pensar sobre o que ela pensa é ter a capacidade de chegar em suas motivações mais profundas. Depois de pensar sobre os pensamentos dela, suas ações serão bem mais assertivas.
Amar no sonhar: Quando se gasta tempo sonhando, projeta-se o futuro. Quando você tem a possibilidade de sonhar junto com sua namorada, o futuro se apresenta cheio de possibilidades. Não ter sexo no namoro o faz sonhar muito mais ainda com sua noite de núpcias! Ame-a nos sonhos que ela traz – e lhe digo não são poucos. E quando ela sentir que você sonha junto com ela, eu lhe garanto: vocês mirarão um céu a dois!
Acha pouco? Se colocar isso como meta do amor em seu namoro, você, de fato, será muito feliz, pois a estará fazendo feliz! E depois de casados, cada relação sexual será o transbordar de todas essas formas de amar, pois elas se convergirão e assim tocarão na plenitude do amor.
E aí? Depois dessas 10 formas de amar sem ter relações sexuais no namoro, eu lhe pergunto: você ama sua namorada?
Muitos casais de namorados, quando resolvem viver a castidade, terminam; não porque não tenha sido uma boa ação, mas foi uma ação que revelou uma relação que não tinha pessoas, mas apenas “sexo”.
Por: Adriano Gonçalves
Fonte: Matéria publicada no site da Canção Nova em 02/02/2015