Olá galera!
Criamos esse espaço para que seja um cantinho onde todos os jovens possam compartilhar suas opiniões, críticas, sugestões, sobre os diversos aspectos que os cercam no dia-a-dia de suas vidas e que dificilmente têm com quem partilhar e opinar.
Chega de papo, vamos à luta!
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Um grande abraço a todos!
José Vicente Ucha Campos
Contato: jvucampos@gmail.com
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
sábado, 23 de janeiro de 2016
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
GERAÇÃO " Y " - O JOVEM DE HOJE ACHA QUE A VIDA É UMA FESTA OPENBAR
Diretor do laboratório de inovação e empreendedorismo e sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas, Ademar Bueno, é um professor universitário diferente. Ele dá aulas, mas também desenvolve projetos paralelos com os jovens para que empreendam. Atualmente,está desenvolvendo uma série de mini-documentários sobre o Movimento Y, que fala da geração conhecida pela mesma consoante. Seu papel não é tanto o de transmitir o conhecimento na forma tradicional das aulas, mas sim de orientar e ajudar o aluno a desenvolver-se na profissão escolhida através do coaching, atividade que exerce há 18 anos.
Pergunta: A Geração Y é conhecida pelos jovens de classe média que às vezes nem estudam, nem trabalham. Também por aqueles que não amadurecem. Sem contar os que ficam na casa dos pais até os 30 ou mais. De onde surgiu a ideia de fazer um documentário sobre eles?
Resposta: Eu tenho muito contato com os alunos na Universidade e principalmente com os que saem da faculdade. E eu escuto deles que ao invés de ter certeza do que querem fazer, saem mais perdidos do que quando entraram. Essa geração recebeu as maiores oportunidades da história mas não tem propósito e sai ao mercado de trabalho sem conseguir alinhar estudo com atuação profissional. Esses jovens entraram na faculdade entendendo que o Brasil é a bola da vez, não o país do futuro, como na geração anterior. Então eles pensavam que seria fácil. E a situação econômica reforçou a visão educacional que os pais passaram aos filhos. O que eu quero com os vídeos é trabalhar isso em várias esferas. Quero criar o Movimento Y para que eles possam alinhar sonhos, valores e formação, porque os empregadores e educadores não estão conseguindo ajudá-los neste sentido, porque são de gerações diferentes.
P. E, até o momento, qual é o diagnóstico?
R. Percebemos que eles receberam tudo pronto. É uma geração cujos pais conseguiram uma série de conquistas, onde ambos trabalhavam e, em alguns casos, tentam suprir essa ausência ofertando benefícios materiais e financeiros. Principalmente para que esses jovens não precisassem passar pelas necessidades que eles passaram. É uma geração que não tem experiência profissional nem de vida. O grande desafio da vida deles é passar no vestibular. E ele acha que seguindo o roteiro de entrar na faculdade e conseguir um estágio automaticamente resulta em êxito profissional. Só que quando ele chega ao mercado ele encontra um chefe diferente. É a primeira vez que ele vai ouvir não, que terá que confrontar ideias. E ele não tem isso desenvolvido, o que chamamos de senso de frustração.
P. E eles têm consciência disso?
R. A justificativa que ouvimos deles é “a empresa não está alinhada com aquilo que eu imaginava”. Só que eles não sabem que chegando no outro emprego vai acontecer a mesma coisa. E isso é o que as empresas reclamam, de não conseguir atender essa geração nem encaixá-la nos perfis ou vagas que possuem.
P. E como se conserta isso? Porque se ele sai preparado e se frustra, e as empresas também se decepcionam com ele, é uma situação complicada…
R. O que estamos tentando fazer é mudar o processo motivacional, porque ele está deturpado. Antes de criar um desejo esse jovem já recebe uma recompensa. São crianças de 12 anos ou menos que ganham um iPhone sem saber a utilidade daquilo. A ideia é simples: você chama o jovem para um desafio, não vale uma disciplina obrigatória, ele precisa estar aberto a isso. Depois, explicamos que ele precisa participar do processo da criação de um projeto. Só que descontruímos o projeto. E quem vai determinar o desafio, o desejo, o objetivo final, é ele. Nosso papel é orientar.
P. E funciona?
R. Em 1996 desenvolvi um projeto nacional para dar sentido de vida para os jovens universitários através do terceiro setor. Funcionou muito bem, surgiram ótimas ideias de empresas e sustentabilidade. Estamos começando agora uma turma de empreendedores políticos para um país sustentável, a RAPS. Tivemos 171 inscrições de jovens de 20 estados do Brasil. De diversas classes sociais, um da periferia do Rio, outro que estuda com bolsa em Harvard e outro que tem um projeto social na Cidade Tiradentes. São jovens que querem achar um sentido para sua vida por meio de uma atuação político-institucional. Se você dá oportunidade e orienta, o resultado é maravilhoso. Existe essa oportunidade na área de empreendedorismo, sustentabilidade e política. Se esta geração está tão bem preparada, fala línguas e são conectados, é uma grande oportunidade oferecer um sentido bacana para eles dentro daquilo que o país precisa, que são essas três áreas.
P. Será que convém esperar a que cheguem na Universidade para mudar essa mentalidade?
R. Eu convivo com esse público e a sensação que eu tenho é que a maioria dos jovens desta geração acham que vieram para o mundo pensando que é uma festa openbar. Que eles merecem uma festa, receber do bom e do melhor. Só que não pensam que alguém precisa colocar a bebida para gelar, organizar e arrumar a bagunça depois. Eles precisam ralar, arriscar, aprender, refazer, não desistir, como sempre foi, seja na Universidade ou na vida. Não é porque nasceram com a internet que o mundo vai mudar por conta disso. Existe um período de ajuste geracional que esse pessoal terá que encarar e isso começa em casa.
P. E o papel dos pais? Mudou?
R. Acho que grande parte da existência da geração Y está relacionada ao novo modelo de casamento e relações familiares. Ninguém precisa assumir nada com ninguém para ter sexo, nem namorar, muito menos casar. A relação social do casamento está totalmente diferente e isso influencia essa geração porque eles crescem com a liberdade de fazer o que querem, na hora que querem. Antes morar com os pais era um sinal de fracasso. Eles agora assumem que não têm a necessidade de casar, porque seria um compromisso financeiro para constituir família.
P. É uma questão de imaturidade, então
R. O fim da adolescência e o início da vida adulta sempre foi entendido que terminava aos 21 anos. As recentes pesquisas de neurociência indicam que agora a adolescência acaba entre 26 e 28 anos. Isso significa que antes disso eles não têm o cérebro definido e as decisões de livre arbítrio também não estão desenvolvidas. Já se sabe que as crianças que cresceram jogando videogame têm um desenho cerebral diferente, mas a imaturidade também faz parte. É por conta dela que eles têm medo de encarar desafios, de querer tudo pronto. Eles optam por uma oferta de conforto por mais tempo até entenderem que precisam sair e encarar a vida.
Fonte: Comunidade Shalom / Blog Carmadélio
sábado, 16 de janeiro de 2016
sábado, 2 de janeiro de 2016
RETIROS DE CARNAVAL 2016
RETIROS DE CARNAVAL 2016 - PELO BRASIL
SANTA CRUZ - RIO DE JANEIRO - RJ
SANTA CRUZ - RIO DE JANEIRO - RJ
SANTA CRUZ - RIO DE JANEIRO - RJ
CAMPO GRANDE - RIO DE JANEIRO - RJ
CIDADE NOVA - RIO DE JANEIRO - RJ
CURICICA - RIO DE JANEIRO - RJ
NITERÓI - RJ
VALENÇA - RJ
CANÇÃO NOVA - CACHOEIRA PAULISTA - SP
CANÇÃO NOVA - LAVRINHAS - SP
SOROCABA - SP
CAMBURIÚ - SANTA CATARINA
COLATINA - MINAS GERAIS
BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS
MOSSORÓ - RIO GRANDE DO NORTE
MARINGÁ - PARANÁ
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
sábado, 26 de dezembro de 2015
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
sábado, 12 de dezembro de 2015
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
sábado, 5 de dezembro de 2015
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
PAPA FRANCISCO CONFIDENCIA AOS JOVENS A SUA MANEIRA DE LER A BÍBLIA E OS CONVIDA A LEREM TAMBÉM
Cidade do Vaticano – O Prefácio de uma Bíblia voltada ao público jovem, escrito pelo Papa Francisco, foi publicado na revista dos jesuítas “La Civiltà Cattolica”. O Papa afirma no texto amar a sua velha Bíblia, que “viu a minha alegria, foi banhada pelas minhas lágrimas: é o meu inestimável tesouro. Vivo dela e por nada no mundo me desfaria dela”. Francisco dá várias sugestões aos jovens em como usá-la, ao mesmo tempo em que confidencia a eles como lê a sua "velha Bíblia".
Francisco iniciou o texto, afirmando que os jovens se surpreenderiam com a aparência de sua Bíblia, velha e usada, mas que por nada faria menos dela, pois é para ele “um inestimável tesouro”, que o acompanhou “metade” de sua vida. Após recordou as perseguições aos cristãos no mundo na atualidade, afirmando com certa ironia, que “evidentemente a Bíblia é um livro extremamente perigoso, que causa tanto risco, que em certos países quem possui uma é tratado como se escondesse no armário bombas ao alcance da mão”.
O Papa chama a atenção para o fato de que muitas vezes os cristãos consideram a Bíblia como uma simples obra-literária, fazendo referência às palavras de Mahatma Gandhi que afirmava: aos cristãos foi confiado um texto com “quantidade de dinamite suficiente para fazer explodir em mil pedaços a civilização inteira, para colocar de cabeça para baixo o mundo e levar a paz a um planeta devastado pela guerra”, mas o tratam como se fosse uma simples obra literária, nada além disto”.
Contrastando esta abordagem do texto sagrado, Bergoglio recorda que a Bíblia não é uma seleção de histórias antigas e bonitas, mas “pela Palavra de Deus, a luz veio ao mundo e nunca mais se apagou”, exortando – ao citar a Evangelii gaudium – que Deus mostrou-Se a Si mesmo». Acolhamos o tesouro sublime da Palavra revelada!”.
“Vocês têm entre as mãos, portanto, algo de divino – escreveu o Papa aos jovens - um livro como fogo, um livro no qual Deus fala. Por isto, recordem-se: a Bíblia não é feita para ser colocada em uma prateleira, mas é feita para ser levada na mão, para ser lida frequentemente, a cada dia, quer sozinho como acompanhados”.
Francisco sugere aos jovens a leitura conjunta da Bíblia, assim como se vai acompanhado ao shopping ou praticar esportes, propondo também que a leiam “ao ar livre, mergulhados na natureza, no bosque, na beira do mar, de noite à luz de velas...vocês fariam uma experiência forte”. E questiona: “Ou quem sabe vocês têm medo de parecerem ridículos diante dos outros?”
O Papa explica que a Palavra de Deus, para mostrar a sua força e transformar a nossa vida, deve ser meditada e lida em profundidade, pois através dela “Deus está me falando”. E confidencia como lê a sua velha Bíblia: “Frequentemente a pego, a leio um pouco, depois a deixo de lado e me deixo olhar pelo Senhor. Não sou eu que olho para ele, mas ele que olha para mim”, colocando assim “na escuta” do Senhor.
“Às vezes Ele não fala: e então não ouço nada, somente vazio, vazio, vazio.... Mas, paciente, permaneço lá e o espero assim, lendo e rezando. Rezo sentado, porque me faz mal ficar de joelhos. Às vezes, rezando, até mesmo adormeço, mas não tem problema: sou como um filho próximo ao seu pai, e isto é aquilo que conta”.
Ao concluir, escreveu: “Vocês querem me fazer feliz? Leiam a Bíblia”.
O Prefácio foi escrito para uma Bíblia dirigida aos jovens, que também colaboraram com os comentários da mesma. (Bibel. Jugendbibel der Katolishcen Kirche). A ideia da obra é de Thomas Söding, professor do Novo Testamento na Universidade de Bochu, e por longos anos membro da Comissão Teológica Internacional da Santa Sé. Pai de três filhos, sentia a necessidade de oferecer aos jovens uma possibilidade de acesso à Bíblia que fosse atraente. Assim, entrou em contato com Georg Fisher (Universidade de Innsbruck) e Dominik Markl (Pontifício Instituto Bíblico, em Roma), jesuítas austríacos e Professores de Antigo Testamento, convidando-os a colaborar com o projeto. Após a ampla divulgação do catecismo para jovens Youcat, os autores convidaram a Youcat Foundation (Augsburg), junto com a Katholische Bibelanstalt (Stuttgart) para colaborar com o projeto.
Eis o texto na íntegra:
“Meus queridos jovens amigos,
Se vocês vissem a minha Bíblia, talvez vocês não ficariam por nada tocados. Diriam: “O que? Esta é a Bíblia do Papa? Um livro assim velho, assim usado!”. Poderiam também me presentear uma nova, quem sabe uma de 1.000 euros: não, não gostaria. Amo a minha velha Bíblia, aquela que me acompanhou metade da minha vida. Viu a minha alegria, foi banhada pelas minhas lágrimas: é o meu inestimável tesouro. Vivo dela e por nada no mundo eu faria menos dela.
A Bíblia para os jovens, que vocês apenas abriram, me agrada muito: é tão vivaz, tão rica de testemunhos de santos, de jovens, que dá vontade de lê-la de uma só vez, desde o início até a última página. E depois? Depois a escondem, desaparece numa prateleira de uma biblioteca, quem sabe atrás, na terceira fila, acabando por encher-se de poeira. Até o dia em que os vossos filhos a venderão num mercadinho de usados. Não, isto não pode ser!
Quero dizer uma coisa a vocês: hoje, mais do que no início da Igreja, os cristãos são perseguidos; por qual razão? São perseguidos porque usam uma cruz e dão testemunho de Cristo; são condenados porque possuem uma Bíblia. Evidentemente a Bíblia é um livro extremamente perigoso, que causa tanto risco, que em certos países quem possui uma Bíblia é tratado como se escondesse no armário bombas de mão!
Mahatma Gandhi, que não era cristão, uma vez disse: “A vocês cristãos é confiado um texto que tem em si uma quantidade de dinamite suficiente para fazer explodir em mil pedaços a civilização inteira, para colocar de cabeça para baixo o mundo e levar a paz a um planeta devastado pela guerra. Mas a tratam, porém, como se fosse simplesmente uma obra literária, nada além disto”.
O que vocês têm, então, em mãos? Uma obra-prima literária? Uma seleção de antigas e belas histórias? Neste caso, seria necessário dizer aos muitos cristãos que se deixam aprisionar e torturar pela Bíblia: “Vocês são realmente tolos e pouco sábios: é somente uma obra literária!”. Não, com a Palavra de Deus a luz veio ao mundo e nunca mais se apagou. Na minha Exortação Apostólica Evangelii gaudium escrevi: “Nós não procuramos Deus tateando no escuro, nem precisamos esperar que Ele nos dirija a palavra, porque realmente «Deus falou, já não é o grande desconhecido, mas mostrou-Se a Si mesmo». Acolhamos o tesouro sublime da Palavra revelada!” (n.175)
Vocês têm entre as mãos, portanto, algo de divino: um livro como fogo, um livro no qual Deus fala. Por isto, recordem-se: a Bíblia não é feita para ser colocada em uma prateleira, mas é feita para ser levada na mão, para ser lida frequentemente, a cada dia, quer sozinho como acompanhados. De resto, acompanhados vocês praticam esporte, vão ao shopping; por que então não ler juntos, em dois, em três ou em quatro a Bíblia? Quem sabe ao ar livre, mergulhados na natureza, no bosque, na beira do mar, de noite à luz de velas...vocês fariam uma experiência forte e envolvente. Ou quem sabe vocês têm medo de parecerem ridículos diante dos outros?
Leiam com atenção. Não permaneçam na superfície, como se faz com histórias em quadrinho! A Palavra de Deus não pode ser lida com um passar de olhos! Antes, perguntem-se: “O que diz este texto ao meu coração? Por meio desta palavra, Deus está me falando? Talvez esteja suscitando anseios, a minha sede profunda? O que devo fazer?”. Somente assim a Palavra de Deus poderá mostrar toda a sua força; somente assim a nossa vida poderá transformar-se, tornando-se plena e bela.
Quero confidenciar a vocês como leio a minha velha Bíblia. Frequentemente a pego, a leio um pouco, depois a deixo de lado e me deixo olhar pelo Senhor. Não sou eu que olho para Ele, mas Ele que olha para mim: Deus está realmente alí, presente. Assim me deixo observar por Ele e escuto – e não é um certo sentimentalismo – percebo no mais profundo de meu ser aquilo que o Senhor me diz.
Às vezes não fala: e então não ouço nada, somente vazio, vazio, vazio.... Mas, paciente, permaneço lá e o espero assim, lendo e rezando. Rezo sentado, porque me faz mal ficar de joelhos. Às vezes, rezando, até mesmo adormeço, mas não tem problema: sou como um filho próximo ao seu pai, e isto é aquilo que conta.
Vocês querem me fazer feliz? Leiam a Bíblia”.
Fonte: Rádio Vaticano
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
terça-feira, 24 de novembro de 2015
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
domingo, 22 de novembro de 2015
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