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Criamos esse espaço para que seja um cantinho onde todos os jovens possam compartilhar suas opiniões, críticas, sugestões, sobre os diversos aspectos que os cercam no dia-a-dia de suas vidas e que dificilmente têm com quem partilhar e opinar.
Chega de papo, vamos à luta!
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Um grande abraço a todos!
José Vicente Ucha Campos
Contato: jvucampos@gmail.com
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sábado, 7 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
A CASTIDADE CONTINUA SENDO O ÚNICO PRESERVATIVO EFICAZ NO CONTÁGIO DA AIDS
A castidade continua sendo o único preservativo eficaz no contágio da AIDS
Imagine que o governo brasileiro distribuísse milhões de coletes a prova de balas a fim de que os brasileiros pudessem praticar “roubo seguro”. Tal atitude, se não fosse cômica, seria insultuosa. Ao fazer isso, o governo estaria chamando os cidadãos de ladrões. Mais que isso: estaria legitimando o roubo.
“Quem procura o bônus deve aceitar o ônus”. Ninguém tem o direito de roubar. Se roubar, já deve estar contando com a possibilidade de ser preso ou de receber tiros da polícia. Não é função do governo garantir aos ladrões a segurança em seu “trabalho”.
Coisa semelhante, mas muito pior, está acontecendo agora. O Ministério da Saúde distribui anualmente milhões de preservativos durante o carnaval a fim de que os brasileiros possam praticar “sexo seguro”. Ao fazer isso, o governo está chamando os cidadãos de devassos e libertinos. Mais que isso: está legitimando a devassidão e a libertinagem.
“Quem procura o bônus deve aceitar o ônus”. Ninguém tem o direito de unir-se ao corpo alheio antes do casamento (fornicação), de trair o cônjuge (adultério), de vender o próprio corpo (prostituição), de praticar atos antinaturais (homossexualismo). Quem pratica tais pecados contra a castidade, já deve estar contando com a possibilidade de contrair a AIDS ou outra doença sexualmente transmissível. Não é função do governo garantir aos devassos a segurança em suas aberrações.
Há defensores do governo que dizem que a campanha em favor do preservativo é um “mal necessário”. Argumentam eles que, como hoje é inútil falar de castidade aos jovens e adolescentes, a única “solução” é oferecer-lhes um meio para pecar com segurança.
Tal argumentação é falaciosa. Para uma população que já se houvesse bestializado a ponto de não querer ouvir falar de castidade, a solução seria alertá-la para os riscos do pecado que pretende cometer. Assim, os libertinos, cientes de que podem contrair uma moléstia mortal e incurável, ainda que levados pelo instinto de sobrevivência, abandonariam a libertinagem.
Além disso, para decepção dos defensores do “pecado seguro”, os jovens não estão tão endurecidos como se pensa. Prova disso é a ótima aceitação que tem tido no meio juvenil o livro “Descobrindo a castidade”, cuja segunda edição está para ser lançada. Os jovens gostam de desafios. Alegram-se quando veem alguém que não os trata como quadrúpedes. Entendem perfeitamente que não são como os irracionais, escravos dos seus instintos, que na época do cio agridem cegamente o animal do outro sexo para acasalar-se. Compreendem que o instinto reprodutor, presente no homem, deve ser governado pela razão. Daí a necessidade de guardar a virgindade antes do casamento, e de guardar a fidelidade conjugal depois dele.
Existe pecado seguro?
Há muito tempo os criminosos estão à procura do crime perfeito. Enquanto isso, o Ministério da Saúde apregoa o pecado seguro. Mas pode haver segurança para quem transgride a lei de Deus?
São Paulo diz que os gentios (os não judeus), “tendo conhecido a Deus, não o honraram como Deus nem lhe renderam graças” (Rm 1,21). E prossegue: “Por isso Deus os entregou a paixões aviltantes. Suas mulheres mudaram as relações naturais por relações contra a natureza (alusão ao homossexualismo feminino); igualmente os homens, deixando a relação natural com a mulher, arderam em desejo uns para com os outros, praticando torpezas homens com homens (alusão ao homossexualismo masculino) e recebendo em si mesmo a paga da sua aberração” (Rm 1,26-27).
Quem profana o sexo, que é tão sagrado quanto a vida, não deixa de receber o castigo. No exemplo fictício dos ladrões, o colete a prova de balas de maneira nenhuma asseguraria um “roubo seguro”. Mesmo usando o colete, os ladrões poderiam ser atingidos na cabeça, nas pernas ou nos braços. Da mesma forma, o famigerado “preservativo” de maneira nenhuma assegura aos fornicadores, adúlteros, prostitutos e homossexuais um “pecado seguro”.
Contra fatos não há argumentos
Imagine-se sentado na cadeira de um consultório odontológico e sentindo uma dor alucinante enquanto o dentista aplica a broca sobre um dente cariado. O profissional argumenta que você não pode, de modo algum, estar sentido dor. E isso, por vários motivos: a região foi bem anestesiada; já houve tempo mais do que suficiente para que o anestésico fizesse efeito; e, além disso, a perfuração da broca não foi muito profunda. Pergunto: toda essa argumentação faria a dor desaparecer? Você simplesmente responderia: “Sinto muito, doutor, mas apesar de tudo, estou sentindo dor”.
Assim, é totalmente inútil que o Ministério da Saúde tente convencer que o preservativo é impermeável ao HIV usando argumentos como este:
Pesquisadores dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos esticaram e ampliaram 2 mil vezes o látex do preservativo masculino (utilizando-se de microscópio eletrônico) e não foi encontrado nenhum poro. Em outro estudo, foram examinadas as 40 marcas de camisinha mais utilizadas em todo o mundo. A borracha foi ampliada 30 mil vezes (nível de ampliação que possibilita a visão do HIV) e nenhum exemplar apresentou poros[1].
Toda essa argumentação de que o preservativo não deveria deixar passar o HIV cai por terra diante do fato de que ele deixa passar não só HIV, mas até mesmo o espermatozoide!
De fato, os preservativos de látex nunca foram considerados um método eficaz de se evitar gravidez (eu disse gravideze não AIDS). Os preservativos têm uma taxa anual de sucesso de 85% na prevenção da gravidez. Há uma falha de 15%[2]. Ninguém até agora foi louco o suficiente negar que a mulher que usa preservativo pode engravidar, e que de fato, muitas vezes engravida.
Mas convém lembrar duas coisas:
a) a mulher só engravida em cerca de 6 dias por mês, enquanto o HIV pode infectar uma pessoa durante os 30 dias do mês.
b) o espermatozoide, que consegue passar pelas fissuras microscópicas do preservativo em 15% dos casos, é 450 vezes maior que o HIV! Só a cabeça do espermatozoide (que mede 3 milésimos de milímetro) é 30 vezes maior que o HIV, cujo diâmetro é 0,1 milésimo de milímetro!
O que relatei acima são fatos, e contra fatos não há argumentos. Como uma peneira que não consegue reter pedras poderá impedir a passagem de grãos de areia?
Os efeitos da propaganda enganosa
Ao afirmar categoricamente que o preservativo é impermeável, o Ministério da Saúde está oferecendo ao público uma falsa segurança. O resultado dessa publicidade enganosa é um aumento da prática sexual indiscriminada (antes ou fora do matrimônio, com pessoas do mesmo sexo, com prostitutos e prostitutas...) e, em consequência, o aumento da propagação da AIDS. Isso é coerente com o que admite o Ministério da Saúde sobre o crescimento de infectados entre os jovens: “Em relação aos jovens, os dados apontam que, embora eles tenham elevado conhecimento sobre prevenção da aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, há tendência de crescimento do HIV”[3].
Segundo relatório da ONU[4], na América Latina “aproximadamente 10 novas infecções por HIV ocorrem a cada hora” (p. 84). “Tem havido um lento, quase estagnante declínio no número de novas infecções entre 2005 e 2013. [...] Entretanto, em países como o Brasil, com um grande número de pessoas vivendo com HIV, as novas infecções cresceram 11%” (p. 88).
Segundo o Código de Defesa do Consumidor, “é proibida toda publicidade enganosa ou abusiva” (art. 37, caput). Ao omitir a informação de que o preservativo é permeável e, mais ainda, ao assegurar que ele é impermeável, a União federal está incorrendo em publicidade enganosa. Está incorrendo também em publicidade abusiva, uma vez que “é abusiva, dentre outras, a publicidade [...] que seja capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança” (art. 37, §2º). O Código pune com detenção de seis meses a dois anos e multa a conduta seguinte: “fazer ou promover publicidade que sabe ou deveria saber ser capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa a sua saúde ou segurança” (art. 68). Além disso, ao infrator é imposta uma contrapropaganda “de forma capaz de desfazer o malefício da publicidade enganosa ou abusiva” (art. 60, §1º).
Como se percebe, em nosso país essa lei tem sido simplesmente ignorada. Se fosse aplicada, o governo seria forçado a ensinar que não existe segurança fora da lei de Deus.
Anápolis, 2 de fevereiro de 2015.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
[1] Por que usar a camisinha. Disponível em http://www.aids.gov.br/pagina/por-que-usar.
[2] Cf. JONES, Elise F. & FORREST, Jacqueline Darroch, “Contraceptive Failure Rates Based on the 1988 NSFG (National Survey of Family I Growth)”:' Family Planning Perspectives 24:1 (Jan.-Feb. 1992), pp. 12, 18. Disponível em http://www.jstor.org/stable/2135719.
[3] Aids no Brasil. Disponível em http://www.aids.gov.br/pagina/aids-no-brasil
[4] UNAIDS. The gap report. 16 jul. 2014. Disponível em http://ep00.epimg.net/descargables/2014/07/15/af1da747cfd1bb233d64d9ac04939ab1.pdf
(Matéria publicada originalmente no site: www.zenit.org, em 05/02/2015)
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
INSCRIÇÕES PARA II JOGOS ARQUIDIOCESANOS DO RIO DE JANEIRO TERMINAM EM MARÇO
No clima de preparação para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, que acontecerão no Rio de Janeiro em 2016, a Pastoral do Esporte da Arquidiocese do Rio convida os fiéis das paróquias e comunidades para participar do II Jogos Arquidiocesanos, que acontecerão de maio a setembro deste ano.
Na primeira etapa vicarial serão oferecidas as modalidades: Atletismo (corrida de 100m, corrida de 400m e salto em distância), Futsal, Vôlei de Quadra, Vôlei de Praia e Tênis de Mesa. Os vencedores vão disputar a etapa final Arquidiocesana, entre os meses de agosto e setembro.
Segundo o assistente eclesiástico da Pastoral do Esporte, Padre Marcus Vinícius Antunes da Trindade, São Sebastião, padroeiro do Rio de Janeiro e também dos atletas será um estímulo a mais para os esportistas cariocas.
“Cada atleta poderá contar com um intercessor que foi muito valente e corajoso em defender a sua fé, e terá esse belo exemplo para encontrar força em meio às adversidades e desafios. Que cada atleta alimentado pela sua fé em Deus também possa chegar bem em suas competições”, afirmou o sacerdote.
Após o cadastro no site, os responsáveis pelas delegações que representarão as Paróquias ou as Comunidades de Vida/Aliança receberão um e-mail com o Termo de Adesão aos II Jogos Arquidiocesanos onde o pároco ou superior da Instituição Arquidiocesana deverá assinar junto com o Responsável pela Delegação, e depois retornar de forma digitalizada por e-mail à Pastoral do Esporte. A partir de então será liberado uma senha para que o Responsável pela Delegação faça a inscrição dos atletas por modalidade na competição.
As inscrições, que tiveram início no dia 20 de janeiro, podem ser feitas até o dia 22 de março, no site: www.pastoraldoesporterio.org.br
Por: Cláudia Brito de Albuquerque e Sá
Fonte: Acidigital
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
É POSSÍVEL AMAR SUA NAMORADA SEM TER RELAÇÃO SEXUAL COM ELA
Quando se fala de namoro, logo se pensa num monte de coisa do tipo ‘pode’ ou ‘não pode’! Mais que isso, querem colocar em nossa cabeça que o namoro precisa ser um “teste drive” do outro para ver o quanto, de fato, conseguiremos levá-la ao máximo de prazer!
Vou direto ao assunto e falarei para os homens de plantão que querem amar suas namoradas, e não usá-las. Já com os dois pés em seu peito, eu lhe digo: “ É possível amar sua namorada sem ter de fazer sexo com ela”. Sim, é possível fazê-la profundamente desejada, amada e feliz sem ter de, com isso, apelar para uma relação sexual antes do casamento.
Tá bom! Este texto caiu em suas mãos e você não acredita nessa “historinha” do século passado. Mas quero desafiá-lo a ir até o fim desta página, pois você pode estar vivendo uma mentira em seu namoro, pode estar enganado, pensando que está amando sua namorada quando a leva para o motel ou se tranca com ela no quarto para as aventuras de um sexo sem amor.
Amar é esperar e dar de si ao outro, e não querer o outro para si. Sem muitas delongas, vamos às 10 formas de amá-la sem ter relações sexuais com ela antes do casamento:
Amar no olhar: Exercite a capacidade de vê-la como uma princesa, como uma filha de Deus, como alguém que, de fato, possui virtudes inimagináveis. Exercite a capacidade de demonstrar em seu olhar o quanto ela é importante para você e como sua vida ganha sentido quando gasta tempo olhando para ela. Afinal, há quanto tempo você não passa mais de 5 minutos olhando para ela olho a olho?
Amar no ouvir: Mulheres gostam de falar, falar e falar. E nós homens precisamos exercitar a capacidade de ouvir até aquilo que elas não dizem de maneira verbal. Mulheres, na sua maioria, querem que as “adivinhemos” e que gastemos tempo ouvindo o que ela não diz. Quando você conseguir isso, terá descoberto o fio de ouro da relação de vocês.
Amar no sentir: Antes de sentir o corpo nu de sua namorada (há um tempo reservado para isso, que se chama casamento), que tal sentir o coração dela? A maior e mais profunda penetração que você pode ter com ela não será a da relação sexual, mas será quando penetrar no coração dela e assim sentir os sentimentos que ela tem!
Amar no tocar: A nossa grande “neura”, enquanto homens ( infelizmente, a sociedade nos forma assim), é tocar no corpo da namorada, a fim de alcançar as partes mais erógenas dela e, assim, deixá-la pronta para uma relação sexual. Mas isso, no namoro, é uso e não amor. Quer amar sua namorada de verdade? Gaste tempo tocando na história dela, no que ela viveu e vive.
Amar no abraçar: Como um abraço é eficaz na arte de amar! Uma mulher envolvida por um abraço que envolve não somente seu corpo, mas tem a capacidade de envolvê-la no todo, sente-se não só protegida, mas profundamente valorizada. Seus braços têm a capacidade de envolver todo mistério e beleza de sua namorada?
Amar no beijar: Beijar é muito bom! Um beijo é mais que encontro de lábios, é encontro de desejos e anseios. Exercite nos beijos que dá em sua namorada a capacidade de despertar nela a alegria de estarem juntos. Uma mulher encontrada em um beijo se sente única e irrepetível.
Amar no cheirar: Não vá pensando que estou falando de fragrância francesa! Lógico que isso é muito bom também. Mas não é isso apenas, falo de sentir o que Paulo disse: “Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo (II Cor 2,15)”. Sentir nela o perfume de Jesus, do amor que Ele tem, dos sonhos que Ele traz, a fará insubstituível.
Amar no falar: Desde Eva, a mulher espera a fala de um homem. Foi na ausência da fala de Adão que Eva escolheu um caminho ruim. Sei que não somos tão bons no falar, e aí está justamente nossa maior arma. Exercite a capacidade de demonstrar o que sente, de falar realmente o que pensa. Não se canse de dizer “eu te amo”. Como disse Pier Giorgio, “o amor nunca diz ‘já chega’!”. Fale com ela de seus sonhos, dos seus desejos, da importância que ela tem em sua vida! Se soubéssemos a força de nossa voz…
Amar no pensar: Acredito que uma das maiores provas de amor é tentar pensar sobre o que o outro pensa. Não digo pensar igual, mas chegar ao lugar que o outro pensa. E quando se trata da sua namorada, pensar sobre o que ela pensa é ter a capacidade de chegar em suas motivações mais profundas. Depois de pensar sobre os pensamentos dela, suas ações serão bem mais assertivas.
Amar no sonhar: Quando se gasta tempo sonhando, projeta-se o futuro. Quando você tem a possibilidade de sonhar junto com sua namorada, o futuro se apresenta cheio de possibilidades. Não ter sexo no namoro o faz sonhar muito mais ainda com sua noite de núpcias! Ame-a nos sonhos que ela traz – e lhe digo não são poucos. E quando ela sentir que você sonha junto com ela, eu lhe garanto: vocês mirarão um céu a dois!
Acha pouco? Se colocar isso como meta do amor em seu namoro, você, de fato, será muito feliz, pois a estará fazendo feliz! E depois de casados, cada relação sexual será o transbordar de todas essas formas de amar, pois elas se convergirão e assim tocarão na plenitude do amor.
E aí? Depois dessas 10 formas de amar sem ter relações sexuais no namoro, eu lhe pergunto: você ama sua namorada?
Muitos casais de namorados, quando resolvem viver a castidade, terminam; não porque não tenha sido uma boa ação, mas foi uma ação que revelou uma relação que não tinha pessoas, mas apenas “sexo”.
Por: Adriano Gonçalves
Fonte: Matéria publicada no site da Canção Nova em 02/02/2015
domingo, 1 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
MAIS DE 7.500 ADOLESCENTES FORAM ASSASSINADOS NO BRASIL EM 2012, PODENDO CHEGAR A 42.000 JOVENS ATÉ 2019
Mais de 7.500 adolescentes foram assassinados no Brasil em 2012. É o maior percentual, em 13 anos. E até 2019, a violência no país pode matar 42 mil jovens, nos municípios com mais de cem mil habitantes.
A estimativa está no Índice de Homicídios na Adolescência (IHA), divulgado nesta quarta-feira (28/01/2015) pelo Unicef, pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos e pelo Observatório de Favelas. O risco é maior para jovens negros, com idades entre 12 e 18 anos, do sexo masculino, moradores do Nordeste.
O estudo tem como objetivo permitir o
monitoramento sistêmico da incidência de homicídios entre a população jovem, contribuindo para a
avaliação das políticas de prevenção à violência.
Produzido com base em dados de 2012, o IHA estima que mais de 42 mil adolescentes, de 12 a 18 anos,
poderão ser vítimas de homicídio nos municípios brasileiros de mais de 100 mil habitantes entre 2013 e
2019.
Isso significa que, para cada grupo de mil pessoas com 12 anos completos em 2012, 3,32 correm o
risco de serem assassinadas antes de atingirem os 19 anos de idade. A taxa representa um aumento de
17% em relação a 2011, quando o IHA chegou a 2,84.
De acordo com os dados, a região Nordeste apresenta a maior incidência de violência letal contra
adolescentes, com um índice igual a 5,97. Em contrapartida, o Sudeste possui o menor valor, com uma
perda de 2,25 jovens em cada mil. Foi verificada ainda uma redução na mortalidade na região Sul.
Em relação ao perfil dos adolescentes com maior vulnerabilidade, o estudo revela que a possibilidade de
jovens negros serem assassinados é 2,96 vezes maior do que os brancos. Além disso, os adolescentes do
sexo masculino apresentam um risco 11,92 vezes superior ao das meninas, sendo a arma de fogo o
principal meio utilizado nos assassinatos de jovens brasileiros.
Para obter os dados completos do estudo acesse: file:///C:/Users/Jos%C3%A9%20Vicente/Downloads/Indice%20de%20Homicicios%20na%20Adolescencia%20-%20IHA.pdf
Fonte: Globo.com / Secretaria Nacional de Direitos Humanos
Temos que cuidar melhor dos nossos adolescentes e jovens brasileiros.
JOVEM, CUIDADO, SIGA O CAMINHO DO BEM !
SEGURE NAS MÃOS DE DEUS E CONFIE NELE. ELE DEVE SER O SEU EXEMPLO DE VIDA E O SEU GRANDE ÍDOLO !
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
SEXO VIRTUAL, CARÊNCIAS E CONSEQUÊNCIAS
A luxúria de Sodoma e Gomorra, e também da antiga Pompeia consumida pelo Vesúvio, se globalizaram pela internet.
O sexo virtual começou pelo uso do telefone há bastante tempo; algumas agências até se especializaram em oferecer esse tipo de atividade com moças e rapazes “de programa” contratados para isso. Foram os famosos “Teles”: telefantasia, tele-erótico, telessexy, enfim… telepecado.
É incrível a capacidade do ser humano para descobrir novas formas de satisfazer a sede de prazer dos baixos instintos. Seduzido pelo “anjo das trevas” ele se deixa levar e põe os mais sofisticados recursos da inteligência e da técnica a serviço do mal; isto é, daquilo que ofende a dignidade da criatura e atenta contra o Criador.
No entanto, a Internet superou tudo isso; primeiro por causa da privacidade, comodidade e forma anônima com que oferece a fantasia, segundo porque é barata e cômoda. Nunca vi o sexto Mandamento tão violado e Deus tão ofendido como na internet. Nunca se viu tanta permissividade moral invadir os nossos lares! Nunca foi tão avassaladora a onda de lama a nos atingir. O Criador é ofendido e desprezado pela criatura mais bela que ele criou à sua “imagem e semelhança”, para ser a sua maior glória na face da terra.
A luxúria de Sodoma e Gomorra, e também da antiga Pompeia consumida pelo Vesúvio, se globalizaram pela internet. Um meio de comunicação tão útil e prático jamais poderia, por razões éticas e morais, ser transformado em instrumento de promiscuidade moral. A nossa sociedade vive o neopaganismo; o Evangelho, que até alguns anos atrás era a referencia para o comportamento da sociedade, não passa agora de letra morta para muitos.
Definitivamente eliminou-se o “temor de Deus” no meio da sociedade que se torna mais individualista, narcisista, hedonista, pecadora. O ateísmo que se vive hoje é um ateísmo prático, selvagem, não mais filosófico. Não mais se pergunta se Deus existe; apenas se vive “como se Ele não existisse”, disse João Paulo II. Apesar disso, 95 por cento dizem acreditar em Deus, mas ignoram suas leis…
Pior ainda do que o pecado cometido sob o peso da fraqueza da carne, é aquele cometido quando se explora comercialmente aquilo que é imoral, que atenta contra a dignidade do ser humano, transformando-o em um meio de lucro para si e um pecado dobrado, praticado não pela fraqueza da natureza humana, mas pelo amor desenfreado do dinheiro, como disse São Paulo “razão de todos os males” (1Tm 6,10).
O Catecismo da Igreja Católica fala sobre o escândalo:
“Quem usa os poderes de que dispões de tal maneira que induzam ao mal torna-se culpado de escândalo e responsável pelo mal que, direta ou indiretamente favorece. ‘É inevitável que haja escândalos, mas ai daqueles que o causar’ (Lc 17,1) (Cat. §2287).
É incrível constatar que há pessoas que consigam dormir em paz sabendo que “faturou” às custas do pecado dos outros, e da morte das suas almas.
É incrível observar que a sede de dinheiro possa ser maior que o respeito à verdade, à pureza, o amor ao próximo… Cristo continua a ser vendido por trinta moedas”
Tenho acompanhado e orientado vários jovens mergulhados nesse vício de assistir a pornografia na internet, e que me pedem ajuda para sair dele.
Tenho também recebido e-mail de esposas que se desesperam quando pegam seus maridos vendo sites pornográficos. A tentação é enorme e a facilidade é muito grande. Outros se enveredam pelos “chats” variados e acabam se complicando.
Tentei ajudar uma jovem e bela mãe que acabou deixando seus dois filhos pequenos e seu esposo, para ir morar com outro homem que conheceu pela internet. Essa moça trazia sérios problemas no casamento e carências que não foram resolvidas. Mas, o pior, é que complicou ainda mais as coisas.
Sem dúvida esse relacionamento virtual atinge em cheio as pessoas mais carentes e que lutam contra uma afetividade não bem controlada e resolvida. Por outro lado, a carne é fraca e que pode arrastar qualquer um, mesmo as pessoas espirituais e que vivem um bom relacionamento com Deus e com o cônjuge. Muitas vezes, embalados pela conversa virtual, a pessoa acaba se expondo a perigos de vários tipos, que não imagina. A internet pode ser traiçoeira.
É preciso dizer também que a atividade sexual virtual diante da internet pode se transformar em vício; e o pior de tudo é que pode levar ao pecado da masturbação, fornicação, adultério ou mesmo uma vivência sexual pervertida no próprio casamento. E tudo isso prejudica a pessoa; em primeiro lugar porque oferece a Deus e polui a alma e a mente com cenas eróticas; isso prejudica o namoro, o noivado e o casamento.
Nota-se hoje que práticas condenadas há muito tempo, e que não eram aceitas, como sexo anal e oral, começam a se tornar de certa forma aceitas por casais cristãos; fruto da pornografia que foi anestesiando suas mentes.
Nem a pessoa solteira e nem o casal cristão podem se entregar à pornografia. O Catecismo da Igreja é bem claro ao dizer que:
“A pornografia… ofende a castidade porque desfigura o ato conjugal, doação íntima dos esposos entre si. Atenta gravemente contra a dignidade daqueles que a praticam (atores, comerciantes, público), porque cada um se torna para o outro objeto de um prazer rudimentar e de um proveito ilícito. Mergulha uns e outros na ilusão de um modo artificial. É uma falta grave. As autoridades civis devem impedir a produção e a distribuição de materiais pornográficos.” (§2354)
Texto retirado do livro: Vida Sexual no Casamento, Prof. Felipe Aquino
Fonte: Comunidade Shalom/Blog Carmadélio
POR QUE A FAMÍLIA NATURAL É MELHOR PARA OS INDIVÍDUOS E PARA A SOCIEDADE ?
Rasmus-Fritzon-CC
351 estudos de 13 países ressaltam os
benefícios das famílias formadas
por um pai, uma mãe e os filhos
É comum ouvir dizer: "muitos jovens, infelizmente, sucumbiram aos ídolos mundanos do prazer, do dinheiro e do poder"; “eles estão muito apaixonados por si mesmos e não sabem se envolver com outras pessoas. Eles não querem se casar; ou, quando casam, não querem ter filhos".
Bem, nós, católicos, podemos dizer a eles algumas coisas para que entendam que as famílias formadas de acordo com o plano de Deus vão lhes dar toda a felicidade que eles estão procurando.
Estamos totalmente comprometidos em promover o matrimônio sacramental e uma sólida vida de família. E, como antropólogos, nós já vimos em várias ocasiões que a verdade dos ensinamentos católicos pode ser demonstrada por estudos científicos. Nenhuma sociedade na história humana sobreviveu sem casamentos sólidos e sem uma sólida e natural vida de família. Nenhuma.
É claro que chegar até os jovens com esta mensagem é um tremendo desafio. É um desafio porque vivemos numa época em que muitas vozes na sociedade afirmam que o casamento e a família são meras convenções, construções sociais que podem ser reformuladas e reconstruídas da forma que bem quisermos. Essas vozes proclamam que a única coisa que importa é que duas pessoas se amem, não vindo ao caso se elas assinam ou deixam de assinar uma certidão de casamento nem se elas são ou não são pessoas de sexos diferentes.
Outras vozes afirmam que a família natural é obsoleta, uma coisa do passado que deve ser relegada às lixeiras da história. Outros ainda dizem que existem novas estruturas familiares que são tão boas quanto ou talvez até melhores do que a família natural. Muitos falam das vantagens de ser pais solteiros, de apenas morar junto com a namorada ou namorado, de se divorciar e voltar a casar tantas vezes quantas der vontade. Muitos elogiam os lares em que somente um dos pais biológicos está presente, acompanhado pela nova parceira ou parceiro; ou os lares em que nenhum dos pais biológicos está presente; ou até mesmo as “famílias” constituídas por uma única pessoa.
Uma família composta por um pai e uma mãe unidos em compromisso matrimonial para toda a vida e que criam os seusfilhos naturais e adotados em conjunto é algo que alguns enxergam como apenas uma das muitas opções familiares, e, talvez, nem sequer a melhor ou a mais comum de todas as alternativas. A Igreja, como bem sabemos, nos diz que toda criança merece ter o seu pai e a sua mãe juntos, em uma união sacramental que dure a vida inteira.
E as ciências sociais? O que elas têm a nos dizer sobre este assunto que é, sem dúvida, o cerne dos debates culturais do século 21?
O sociólogo mexicano Fernando Pliego resolveu examinar uma série de estudos técnicos para tentar entender se as atuais estruturas múltiplas de família produzem o mesmo nível de bem-estar para os seus membros e para a sociedade. Ele reuniu abrangentes e confiáveis estudos sobre a composição familiar realizados em 13 países democráticos espalhados pelos cinco continentes. Pliego encontrou ao todo 351 estudos, todos alicerçados em censos, pesquisas nacionais e estudos científicos de no mínimo 800 casos familiares para comparar as diferentes estruturas de família. O material examinado por ele continha 3.318 análises estatísticas de dados sobre a saúde, a educação, a pobreza, o acesso a serviços básicos, a violência familiar, a violência sexual, os índices de suicídio e de dependência química, entre outros indicadores que comparavam a realidade encontrada nas várias estruturas familiares em questão.
Esses estudos, realizados em 13 países diferentes, de cinco continentes diferentes, apresentaram resultados que são surpreendentemente semelhantes e coerentes entre si. Quase todos os estudos demonstram que, quando o pai e a mãe vivem juntos com seus filhos naturais e/ou adotados, os benefícios para a família são notavelmente superiores. Os membros dessas famílias tradicionais gozam de melhor saúde física, sofrem menos doenças mentais, têm maior renda e conseguem empregos mais estáveis. Esses pais e seus filhos têm melhores condições de moradia, desfrutam de relacionamentos mais amorosos e mais cooperativos e protagonizam menos casos de violência física ou sexual. Além disso, quando os laços entre os pais e os filhos são mais positivos, a incidência do uso de drogas, álcool e tabaco é menor, as crianças são mais sociáveis e mais cooperativas, cometem menos delitos e apresentam um desempenho melhor na escola.
Pliego concluiu que a família natural se mostra muito superior às outras formas de organização familiar em termos de realização pessoal dos seus membros. Dos 351 estudos que ele analisou, 89,4 por cento concluíram que as famílias intactas produzem um nível mais elevado de bem-estar do que os outros tipos de família. Apenas um em cada dez estudos afirmava que todas as estruturas familiares produzem resultados semelhantes. E apenas uma fração insignificante dos estudos, de menos de 1 por cento, concluiu que outras estruturas "familiares" produzem um resultado geral melhor do que a família natural. No conjunto dos estudos analisados, portanto, as ciências sociais demonstraram com clareza que a família natural é superior a todas as outras formas de agregação familiar.
Atenção: não é o professor Fernando Pliego quem tira essas conclusões. Ele apenas analisou e compilou os resultados de 351 estudos baseados em milhares de pesquisas oficiais feitas em 13 países de todos os continentes. São as próprias ciências sociais que apresentam essas conclusões sobre a realidade da vida familiar.
Todo governo tem a obrigação de trabalhar em prol do bem comum dos seus cidadãos e de promover o seu bem-estar. Por este motivo, os governos cometem um grave erro ao fingirem que todas as estruturas familiares são iguais.
É evidente que os governos têm de prestar serviço a todos os cidadãos, sem nenhuma discriminação. Mas quando o assunto em questão é a forma de educar os jovens, de evitar os comportamentos antissociais, de combater o crime e de promover o bem-estar geral da população, os dados da sociologia apontam com clareza para os governos, como ajuda e apoio cientificamente embasado, a necessidade de promover a família natural. Fazer o contrário é agir contra os interesses dos cidadãos e incentivar comportamentos que levam a uma infinidade de resultados ruins.
Vemos nisto, mais uma vez, que a fé e a razão, quando bem entendidas, não podem estar em conflito. O que a Igreja nos ensina como verdade é confirmado pelas ciências sociais: o ser humano foi criado para viver e para amar no seio de famílias naturais e intactas, com um pai, uma mãe e seus filhos, biológicos ou adotados. Qualquer outra solução artificial está em desacordo com a nossa própria natureza.
Atenção: não é o professor Fernando Pliego quem tira essas conclusões. Ele apenas analisou e compilou os resultados de 351 estudos baseados em milhares de pesquisas oficiais feitas em 13 países de todos os continentes. São as próprias ciências sociais que apresentam essas conclusões sobre a realidade da vida familiar.
Todo governo tem a obrigação de trabalhar em prol do bem comum dos seus cidadãos e de promover o seu bem-estar. Por este motivo, os governos cometem um grave erro ao fingirem que todas as estruturas familiares são iguais.
É evidente que os governos têm de prestar serviço a todos os cidadãos, sem nenhuma discriminação. Mas quando o assunto em questão é a forma de educar os jovens, de evitar os comportamentos antissociais, de combater o crime e de promover o bem-estar geral da população, os dados da sociologia apontam com clareza para os governos, como ajuda e apoio cientificamente embasado, a necessidade de promover a família natural. Fazer o contrário é agir contra os interesses dos cidadãos e incentivar comportamentos que levam a uma infinidade de resultados ruins.
Vemos nisto, mais uma vez, que a fé e a razão, quando bem entendidas, não podem estar em conflito. O que a Igreja nos ensina como verdade é confirmado pelas ciências sociais: o ser humano foi criado para viver e para amar no seio de famílias naturais e intactas, com um pai, uma mãe e seus filhos, biológicos ou adotados. Qualquer outra solução artificial está em desacordo com a nossa própria natureza.
Por: Steven W.Mosher
Fonte: Aleteia
ONU REÚNE CÚPULA DE JOVENS NA COSTA RICA EM SETEMBRO
Costa Rica vai sediar evento preliminar ao Bynd 2015
Participantes poderão falar aos líderes mundiais sobre
prioridades no setor de tecnologia da informação e
comunicação
A Cúpula Mundial de Jovens (Global Youth Summit, BYND 2015) vai mobilizar a juventude para unir forças e criar soluções para o bem social, através de tecnologias da informação (TICs) e comunicação. O evento acontecerá de 9 a 11 de setembro, em San José, na Costa Rica, e vai obter ideias de jovens sobre tecnologias da informação e comunicação (TICs), para que, se construa um documento final que será entregue na Assembleia Geral da ONU no fim de setembro pela Presidente da Costa Rica Laura Chinchilla.
O processo é liderado pela agência da ONU especializada em TICs, a União Internacional das Telecomunicações (UIT), que tem parceiros de peso entre organizações internacionais: Unicef, Unesco e OMS e grandes empresas como Google, Microsoft, Cisco, Intel, Disney, Vale, Alcatel-Lucent. A Cúpula BYND 2015 agregará jovens do mundo inteiro que estão ajudando a mudar o mundo através da tecnologia, para inspirar e desafiar uns aos outros, e mobilizar demais jovens a fazerem o mesmo.
A plataforma do BYND 2015 permitirá aos jovens participantes expressar aos líderes mundiais o que acreditam ser prioritário no setor. Do evento resultará uma declaração sobre os principais problemas e recomendações encontrados por esta comunidade mundial de jovens sobre como usar as TICs em prol do desenvolvimento.
Como participar no Brasil
Como todo o processo está acontecendo majoritariamente em inglês, foi criado no Brasil um grupo para permitir a participação do maior número possível de brasileiros nos processos. O HUB Brasileiro, como é chamado, pode ser acessado no site www.pos2015brasil.org. Lá é possível postar informações em português sobre este e outros processos relacionados a redefinição dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
Os participantes que não forem à Costa Rica poderão também acompanhar os debates e análises ao vivo, pelos links:
A participação online será usada como insumo para as discussões e workshops temáticos, para que junto com os participantes na Costa Rica se construa uma versão final das prioridades coletadas e decididas por uma comunidade global de jovens, para que finalmente, esse documento seja entregue na Assembleia Geral da ONU no fim de setembro pela Presidente da Costa Rica Laura Chinchilla.
Para mais informações em português, entre em contato com Henrique Barbosa (DF) e Luciano Frontelle (SP), ambos jovens pontos focais para a conferência no Brasil, e Lorrayne Porciuncula, ponto focal para o Hub brasileiro na UIT.
Para mais informações, visite o site do evento e assista ao vídeo abaixo:
Fonte: JuventudeSP
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