Olá galera!

Criamos esse espaço para que seja um cantinho onde todos os jovens possam compartilhar suas opiniões, críticas, sugestões, sobre os diversos aspectos que os cercam no dia-a-dia de suas vidas e que dificilmente têm com quem partilhar e opinar.

Chega de papo, vamos à luta!

Um grande abraço a todos!
José Vicente Ucha Campos

Contato: jvucampos@gmail.com



sexta-feira, 15 de maio de 2015

NAMORO EM TEMPOS DE CULTURA DO DESCARTE: UM SITE OFERECE O SERVIÇO DE TERMINAR A RELAÇÃO POR VOCÊ...!!!?

A ex-enfermeira australiana Kristy Mazins criou o site "Sorry It's Over" ("Desculpe, mas acabou") para oferecer um serviço bastante peculiar: terminar namoros mediante e-mail, mensagem de texto, telefonema ou até pessoalmente, em nome do parceiro que quer sair da relação.

O site anuncia: "Nunca é fácil separar-se. Deixe-nos, então, fazer o trabalho sujo em seu lugar".  

Veja um exemplo de e-mail enviado pelo site em representação de uma cliente ao seu "futuro ex-namorado" (colocamos a tradução ao português logo abaixo):


Olá [Fulano]

Estou escrevendo em nome de [Fulana]. Embora ela se importe e respeite você, [Fulana] está temerosa de confrontá-lo. [Fulana] acredita que chegou a hora de considerar finalizado o seu relacionamento.

É doloroso dizer adeus a alguém que você não quer que parta. É ainda mais duro esquecer alguém que lhe deixou tantas lembranças. No entanto, [Fulana] diz que não está pronta para o casamento, para os filhos e para todas as responsabilidades que os acompanham.

A química também foi diminuindo e [Fulana] acha que a química não pode ser forçada. Este é um momento difícil e 5 anos juntos acumularam um tesouro de muitas memórias.

Espero que você entenda e que ainda possam ser amigos.

Atenciosamente,

sorryitsover em nome de [Fulana]



"INVESTIMENTO"

Este tipo de mensagem enviada por email custa 5,50 dólares australianos (R$ 13,45). Uma carta postada via Correios custa $ 13,50 (R$ 33); uma ligação telefônica sai por $ 12 (R$ 29,35) e o envio presencial de um "especialista em término de relacionamento" para dar a notícia custa $ 66 (R$ 161,50).


GERAÇÃO MEDROSA

Kristy Mazins, a dona do site, declara: "Eu sou muito boa para mediar as relações das pessoas. É um dom. Eu acho que isso vem do aconselhamento que acompanha o trabalho de enfermagem".

A ex-enfermeira opina que a chamada "Geração Y", formada pelos jovens de até 30 anos que cresceram em contato com as novas tecnologias, "tem um particular medo do confronto".


REAÇÕES

O portal do jornal britânico Daily Mail publicou uma matéria sobre este site australiano e a deixou aberta aos comentários dos internautas. Selecionamos alguns:

"Eu acho melhor pagar do que ver uma mulher louca jogando as minhas coisas pela janela e dando um escândalo embaraçoso" (sgjh, Reino Unido)

"Absolutamente patético. Por que todo mundo é tão estúpido hoje em dia?" (Nina, França)

"Está sendo formada uma geração de covardes" (Just sayn, EUA)

"Hahaha, muito bom. Pra mim, uma mensagem seria suficiente. Eu não quero escutar todo aquele chororô" (Onesmartbird, Reino Unido)

"O que há de errado com as pessoas? Isto é seriamente cruel, frio, e, para mim, super esquisito" (Anony, Reino Unido)

"Se você quer terminar, cresça e termine pessoalmente. Se você não quer encarar o término, então nem se incomode em começar. Ninguém merece ser deixado de lado por escrito" (kcm, Reino Unido)

"Se você se sente maduro o suficiente para começar uma relação, você tem que ter certeza de que é maduro o suficiente para terminar se não der certo" (Miriam, Reino Unido)

E você, caro jovem, tem algo a comentar?

Fonte: Aleteia


terça-feira, 12 de maio de 2015


AS MOTIVAÇÕES DOS JOVENS QUE PEREGRINAM A PÉ AO ENCONTRO DE NOSSA SENHORA

Our Lady of Fatima / Flickr / CC

Peregrinar a pé ao encontro de 

Nossa Senhora



Seis horas da manhã. O dia ainda não nasceu, mas os pés fazem-se à estrada depois do "Envio". Às costas, a vontade de agradecer a Nossa Senhora de Fátima a licenciatura que terminou no verão passado, porque «durante os pontos mais baixos da minha vida, durante a licenciatura, sempre tive Nossa Senhora ao meu lado, e este é o meu agradecimento». As palavras são da Catarina Trabulo, 22 anos, escuteira desde pequena, que em outubro passado resolveu peregrinar a Fátima. Cinco dias a andar, para chegar e enfrentar uma chuva torrencial na sua primeira noite numa procissão das velas em Fátima. Tudo por «agradecimento». «Sempre disse que, no final do curso, queria vir a Fátima a pé agradecer por tudo», diz.

Mas porquê a pé, se há meios de transporte bem mais rápidos e confortáveis? «É muito diferente ir a Fátima a pé ou de carro. Ir a pé... nem se explica bem, mas há toda uma engrenagem de coisas que nos envolvem e nos fazem ir com vontade de alguma coisa, que de carro não é possível conseguir», tenta explicar, enquanto sorri, recordando o caminho.

São muitas as motivações que levam jovens católicos a, todos os anos, se juntarem a grupos para peregrinarem para Fátima. Até o Benfica e o famoso – e fatídico – minuto 92. «Numa aposta com um amigo peregrino disse que se o Benfica não fosse campeão que eu ia a pé na próxima peregrinação. O Benfica não foi, e eu tive de cumprir com a aposta.»

            


Entre risos e algum espanto perante a forma como «Deus sabe o que faz», Paulo Sérgio, de 29 anos, explica como surgiu a possibilidade de ir a pé até Fátima. Há anos que ajudava o grupo da Igreja de São João de Deus em Lisboa na logística, providenciando as refeições, mas nunca se tinha aventurado a fazer o caminho a pé, apesar da vontade que o invadia cada vez mais. «Foi preciso aquele "clique", que vale tanto como outro qualquer, para me fazer ir. E valeu bem a pena», confessa, já que, «hoje em dia, ainda não encontrei palavras para descrever o quão gratificante e importante aquilo foi».

São muitas as motivações, mas todas com fundos semelhantes: agradecer, louvar... e refletir. «Ser escuteira, católica, catequista, tudo isso foram fatores que me levaram a fazer isto», diz a Catarina. «Andar sozinho foi uma das melhores partes da peregrinação. Sou uma pessoa introvertida, e acabou por ser bom fugir da rotina do dia-a-dia e caminhar pela natureza e estar sozinho com Deus. O silêncio conseguia levar-me a pensar em coisas que ao longo do dia-a-dia não pensamos ou não damos importância. Naquele momento fazemos uma retrospetiva do que nos aconteceu e que nos poderá acontecer, e acaba por ser uma das fases muito boas» do caminho, conta Paulo Sérgio.

Para a Catarina, a possibilidade de reflexão pessoal é também um dos pontos fortes do caminho. «Querer ir refletir, pensar muito sobre nós próprios, sairmos do nosso dia-a-dia e termos um tempo só para nós, que é muito útil. Nem sempre é possível na nossa vida pensarmos no que queremos fazer, e ali conseguimos isso», diz a Catarina.

A peregrinação a pé de ambos os jovens durou cinco dias. Um tempo que deu «para tudo», já que, ao caminho individual, se juntam momentos de reflexão em grupo ao final do dia ou nas paragens, orações em conjunto durante o caminho, tudo orientado por sacerdotes ou dinâmicas que ajudam a direcionar a reflexão.

Tudo isto... e selfies. «Ia colocando fotos do caminho no Facebook, os meus amigos iam colocando likes e as pessoas mais velhas iam deixando comentários e pedindo para rezar por elas também», conta Catarina, para quem estas fotos e esta dinâmica de partilha do caminho nas redes sociais é uma ferramenta de evangelização. «Acaba por servir como evangelização, porque me veem a mim no meu caminho, a mostrar que a peregrinação não é uma seca, ou uma coisa em que estamos a rezar não sei quantos dias seguidos quase por obrigação. Há momentos para tudo, e foi uma forma de mostrar que, ali, estava contente e alegre, a viver aquele momento de fé. Tenho orgulho da minha fé, e não a devo esconder», referiu.

Mesmo que, como lhe aconteceu, muitos dos seus amigos não compreendam estas «loucuras». «Nem todos os meus amigos compreendem o que fiz. Muitos chamaram-me maluca, principalmente quem está mais afastado da Igreja ou do escutismo, perguntaram-me que raio ia eu fazer a Fátima, ainda por cima a pé», diz, entre risos.

Suor, lágrimas... e Fátima no horizonte

Depois de todo o caminho, a ânsia maior é pela chegada a Fátima. A última etapa da peregrinação é também a mais emotiva. «A chegada é o culminar de cinco dias de vivência e preparação. Vamos com uma ideia do que irá acontecer, mas o momento só pode ser compreendido por quem faz e o experimenta, porque é uma coisa única. Eu não sou muito emotivo, mas as lágrimas acabaram por me escorrer pela face», reconhece o Paulo, meio envergonhado. A Catarina é bem mais expansiva. «Quando chegamos parece que há um sentimento de realização que se apodera de nós e todo o cansaço é esquecido. A primeira coisa que fazemos é ir à estátua do Sagrado Coração de Jesus que está no centro do santuário, porque é a imagem principal dos peregrinos e ia ao encontro do tema do grupo que era "Com Maria ao encontro de Jesus", e por isso é essa a nossa primeira passagem. Entramos por uma das laterais, vamos diretos à estátua, paramos durante algum tempo, refletimos, agradecemos, choramos, caiu-me tudo e senti-me muito mais aliviada», recorda.

O alívio surge depois do sacrifício de cinco dias a caminhar, maioritariamente por estradas de alcatrão, à chuva e ao sol, a uma média de mais de 20 km por dia. «O primeiro dia correu-me muito bem, mas ao segundo dia eu já estava a dizer que ia desistir, porque sentia o corpo num estado de exaustão nunca visto», diz o Paulo. A Catarina sentiu menos o esforço, já que uns meses antes tinha ido com os escuteiros a Santiago de Compostela, mas reconhece os benefícios espirituais do esforço físico. «O sacrifício ajuda muito à reflexão, porque pensamos sempre que não somos capazes, mas depois vemos que somos capazes de nos superarmos a nós mesmos, e se o conseguimos fazer no corpo, conseguimos em tudo o resto da nossa vida», afirma. O Paulo conta que, na sua peregrinação, foram também as palavras que moldaram a mente e ajudaram o corpo. «Por norma, o Pe. Carlos Azevedo costuma ir celebrar missa ao final do dia, e as palavras dele inspiraram-me e deram-me uma força que me permitiu no dia a seguir levantar-me sem dores, parecia um passarinho de tão leve», brinca.

Depois de tudo, para além das reflexões individuais e do agradecimento a Nossa Senhora, ficam as amizades que se constroem no caminho. «No final ficámos todos muito amigos, e as redes sociais ajudam a manter o contacto. Para além disso, temos um terço mensal que costumamos organizar em casa dos peregrinos que foram na peregrinação», conta a Catarina. «As partilhas entre pessoas que não se conhecem de lado nenhum e que criam uma grande ligação não se explicam, simplesmente acontecem. É mesmo isso que para mim significa fazer este caminho», diz o Paulo, que mudou completamente a perspetiva que tinha do caminho enquanto membro do staff de apoio aos peregrinos.

Por: Ricardo Perna
Sources: FAMÍLIA CRISTà/ Via: Aleteia

sexta-feira, 8 de maio de 2015

É PECADO COLOCAR PIERCING ?



A prática de se usar piercing é muito antiga, chegando até a modernidade e com uma grande ênfase nos dias atuais. À primeira vista tem-se a impressão de tratar-se de mais uma moda inocente. Aí está o grave engano. Por trás desses pequenos adornos encontra-se uma sutil cilada da atual onda esotérica.

O que os jovens muitas vezes não se preocupam é em saber qual a verdadeira filosofia por trás dessa “onda” ou “modismo”. E é nesse aspecto que vocês jovens devem prestar atenção para não se envolverem ou se sentirem atraídos por práticas de ocultismo, fúnebres ou mesmo de adoração ao demônio; pois muitas “tribos” ou grupos adotam esse tipo de prática associada a rituais que disfarçam verdadeiros cultos satânicos.

Vale ressaltar que as práticas de uso de adornos que infligem verdadeiras mutilações aos corpos de quem os usam, são condenadas pelas Sagradas Escrituras, como por exemplo podemos ver em Lv 19, 28: “Não fareis incisões na vossa carne por um morto, nem fareis figura alguma no vosso corpo. Eu sou o Senhor”. Vemos ainda na carta de São Pedro (1 Pd 3, 3-4): “Não seja vosso adorno o que aparece externamente: cabelos trançados, ornamentos de ouro, vestidos elegantes; mas tende aquele ornato interior e oculto ao coração, a pureza incorruptível de um espírito suave e pacífico, o que é precioso aos olhos de Deus”.

Dessa forma o cristão católico deve pensar muito antes de colocar um piercing em seu corpo, lembrando sempre que o nosso corpo é TEMPLO DO DIVINO ESPÍRITO SANTO, conforme podemos ver em 1 Cor 6, 19-20: “Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis? Porque fostes comprados por um grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo”.

E se você jovem já tem um ou mais piercings irreversíveis colocados em seu corpo, e concluiu que cometeu um erro no passado, não se condene. Em Ef 2, 4-5, São Paulo apresenta uma palavra encorajadora: “Mas Deus, que é rico em misericórdia, impulsionado pelo grande amor com que nos amou, quando estávamos mortos por nossos pecados, deu-nos a vida juntamente com Cristo – é por graça que fostes salvos”.

Acho, queridos amigos e amigas, que temos coisas muito mais importantes para pensar e fazer em nossas vidas. Mas, se você ainda está na dúvida, procure um sacerdote e faça uma orientação espiritual com ele. Isso o ajudará muito.

Gostaríamos de dizer-lhes ainda queridos jovens, que não devemos radicalizar com relação a essa prática, pois existem adornos que a Igreja não os coloca nas categorias acima mencionadas, tais como os brincos utilizados pelas mulheres, desde que não exista nenhuma vinculação à práticas esotéricas ou satânicas.

No mais, rezem a Deus e ao Espírito Santo para dar-lhes discernimento e sabedoria para enfrentarem as tentações e dificuldades que aparecem em suas vidas.

Que Deus os abençoe!

Fonte: Blog Alicerçando a Fé

quinta-feira, 7 de maio de 2015

SEMANA DA JUVENTUDE PREPARA JOVENS PARA O HALLEL APARECIDA

                                                                                     Foto: Thiago Leon / A12.com

APARECIDA, 07 Mai - A partir do próximo domingo, dia 10 de maio, terá início a Semana da Juventude no Santuário Nacional de Aparecida, preparando os jovens para o grande evento do final da semana, o Hallel Aparecida que será realizado entre os dias 15 e 17 de maio. O Hallel é o maior evento de música católica da América Latina, um grande encontro que busca celebrar a vida e louvar a Deus. O evento teve início em Franca (SP), em 1988, e hoje está presente diversas cidades do Brasil e do exterior.

O Hallel Aparecida, que é promovido e organizado pelo santuário, contará com a participação das dioceses da região na organização. Jovens, sacerdotes e bispos diocesanos estão envolvidos nos momentos de preparação e de realização das atividades.

A Arquidiocese de Aparecida e as Dioceses de Caraguatatuba, Lorena e Taubaté, que junto com a Diocese de São José dos Campos formam a Sub-Região Pastoral de Aparecida, serão responsáveis por reflexões e apresentações musicais em alguns dos módulos do evento.

A abertura da Semana da Juventude será realizada com a Santa Missa das 18h, presidida pelo reitor do Santuário Nacional, Padre João Batista de Almeida, que trará o tema "Jovens a serviço da Igreja" como reflexão.

Na segunda-feira, dia 11, o tema "O Jovem Jesus de Nazaré" será trabalhado na Missa presidida pelo Padre André Luiz Pizani Domiciano, da Arquidiocese de Aparecida. Na terça-feira, o Bispo de Caraguatatuba, Dom José Carlos Chacorowski, desenvolverá a temática "Ser Santo de calças jeans", também na Missa das 9h.

No dia 13 de maio, haverá o envio da Imagem Peregrina para a Diocese de Uruaçu, em Goiás. Com a presença do bispo local, Dom Messias dos Reis Silveira, será ele quem trabalhará o tema "Que Igreja, para quais jovens".

Nos dias 14 e 15 também as Missas das 9h serão presididas pelos Bispos das Dioceses participantes. Na quinta-feira o presidente da celebração será Dom João Inácio Müller, Bispo de Lorena e na sexta-feira será Dom Carmo João Rodhen, Administrador Apostólico da Diocese de Taubaté. Eles desenvolverão os temas "Missionários com os pés no chão" e " Jovem, ofereça-se ao perdão!", respectivamente.

Na sexta-feira, dia 15, também está programado um Terço com a Juventude, às 20h, que será meditado pelo Padre Evaldo César, dando início às atividades do final de semana do Hallel.

Durante o Hallel Aparecida, além das apresentações musicais no Palco Central de grandes nomes da música católica, como Anjos de Resgate, Tony Alisson, Dominus e Eletro Cristo, acontecerão oito módulos de formação e espiritualidade: Capela, Maria, Misericórdia, Jovens de Maria, Vida, Hallelzinho e Missão e Vocação.

A inscrição para o Hallel é gratuita e cada jovem receberá, também de forma gratuita, uma bandana oficial do evento. Há ainda a possibilidade de acampamento nas dependências do Santuário. Inscrições e informações:www.a12.com/hallel.

Fonte: Acidigital

quarta-feira, 6 de maio de 2015




CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO RS: "FUMAR MACONHA NÃO É TÃO INOFENSIVO COMO MUITOS IMAGINAM"

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Reproduzimos abaixo um artigo publicado nesta semana pelo jornalista Hygino Vasconcellos, do diário gaúcho Correio do Povo. No atual contexto de discussões sobre a maconha, é importante observar que quase todo o debate gira em torno da tese de que a legalização do cultivo, produção, venda e consumo seriam uma forma eficaz de combater o tráfico. No entanto, além de faltarem dados que corroborem esta tese, também se fala pouco sobre os efeitos da maconha em si e, quando se fala, costuma-se destacar que a maconha é menos danosa que o tabaco e o álcool. Mas e quanto às consequências negativas da maconha como tal?

Fumar maconha não é tão inofensivo como muitos imaginam: a advertência é do médico Fernando Mattos, presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers). Ele destaca que, segundo pesquisas desenvolvidas por urologistas, o consumo da droga na adolescência pode acarretar infertilidade na vida adulta.

O psiquiatra Valentim Gentil destaca que as chances de o usuário da droga desenvolver esquizofrenia, transtorno mental que dificulta na distinção de situações reais e imaginárias, aumentam em 301% caso o consumo ocorra com uma frequência de uma vez por semana. A pesquisa foi realizada na Suécia com 50 mil jovens que foram acompanhados dos 18 aos 55 anos, a partir de 1969 até 2006.

Segundo o estudo, um dos princípios ativos da droga, o THC — considerado o alucinógeno mais potente do entorpecente — “poda” as conexões dos neurônios. Como o cérebro está em desenvolvimento até os 21 anos, os danos para quem fuma maconha na adolescência são ainda maiores. “E a doença não tem cura”, adverte o psiquiatra.

Gentil acredita que “estamos criando uma fábrica de esquizofrênicos” devido ao consumo desenfreado e cada vez mais precoce da maconha. Pensar na liberação da droga seria impraticável. “Quem poderia garantir que as pessoas não fumariam antes dos 21 anos?”, questiona. Gentil trouxe o alerta para Porto Alegre durante o Congresso Mundial de Cérebro, Comportamento e Emoções, ocorrido na semana passada.

O psiquiatra aponta outra consequência do consumo da droga: a redução de 8 pontos do quociente de inteligência (Q. I.), em uma escala até 100. Ele cita uma pesquisa, feita na Nova Zelândia, com mais de mil jovens que foram acompanhados desde o nascimento até os 38 anos. Aqueles que começaram a fumar maconha na adolescência e continuaram o consumo quando adultos apresentaram diminuição do Q. I. Segundo Gentil, a situação ocorreu por alteração no funcionamento neurológico.

Mas os danos ao organismo não param por aí. O uso da maconha aumenta os riscos de desenvolvimento de câncer e de outras doenças no sistema respiratório. O psiquiatra lembra que o entorpecente pode aumentar os riscos de acidentes no trânsito, já que afeta a coordenação motora. Entretanto, diferentemente do álcool, é difícil comprovar o consumo. “Hoje não temos um bafômetro para a maconha”.

A maconha é extremamente danosa

Devido aos danos irreversíveis para o corpo, o Conselho Regional de Medicina (Cremers) divulgou um parecer elaborado pela Câmara Técnica de Psiquiatria da entidade, no qual se posiciona contrário à legalização da maconha. O médico Fernando Mattos, presidente do Conselho, ressaltou que, até o momento, só estão comprovados os benefícios do canabidiol – um dos princípios ativos da maconha —, que é utilizado no tratamento da epilepsia e de outras doenças como esclerose múltipla e Parkinson. O uso da substância foi liberado no começo deste ano pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para fins medicinais. “O resto da maconha é extremamente danoso”, adverte Mattos.



Segundo o presidente do Cremers, o uso contínuo da maconha, de forma moderada ou recreativa, provoca dependência química, transtornos comportamentais, alteração na tomada de decisões de longo prazo, desvios na percepção, diminuição do juízo crítico e perda crescente da motivação para tarefas mais complexas. Mattos pontua que a legalização da maconha implicaria no controle da produção, na distribuição e na venda da droga pelo poder público. Segundo ele, não há garantias de que o Estado fará uma fiscalização eficaz. Atualmente, segundo o parecer da Câmara Técnica do Cremers, não é feito um controle sobre o fumo, o álcool, a cocaína, o crack e outros entorpecentes.

As pessoas burlam as regras

Andreia Salles, pesquisadora e integrante do Movimento Brasil sem Drogas, analisa os impactos da regulamentação do uso da maconha em dois estados norte-americanos. O estudo iniciou na Califórnia, na costa Oeste dos EUA, onde o consumo é liberado desde a década de 1990 para uso medicinal. Andreia passou a acompanhar a situação quatro anos após a medida entrar em vigor, com atenção às cidades de Los Angeles e San Francisco. A brasileira percebeu um aumento nos distúrbios mentais nos usuários ao longo dessas décadas, principalmente em San Francisco. Ela também observou que a exigência de receita médica para a compra da droga pode ser burlada: "Certas pessoas relataram que pagaram R$ 30 por uma receita para adquirir a maconha”.

Outro estado analisado foi o Colorado, no Centro-Oeste dos EUA, onde a liberação da droga ocorreu há pouco mais de um ano. Para a pesquisadora brasileira, não houve uma campanha educativa para conscientizar a população, principalmente os jovens, sobre os impactos do uso contínuo do entorpecente para o organismo.


Fonte: Aleteia

terça-feira, 5 de maio de 2015


É PRECISO FAZER SEXO PARA SABER SE HÁ "QUÍMICA" ?

© Artem Furman / SHUTTERSTOCK


É muito comum ouvir falar sobre a química sexual. Muitos defendem a ideia de que é importante conhecer sexualmente o parceiro antes de se casar, pois esta seria a única maneira de saber se há química entre os dois.
 
Mais ainda: parece quase uma obrigação "experimentar a mercadoria antes de comprar", para evitar o risco de encontrar uma suposta incompatibilidade sexual que levaria inevitavelmente ao fracasso conjugal.
 
Mas... será assim mesmo?
 
Você já se perguntou por que algumas pessoas nos atraem, enquanto somos absolutamente indiferentes a outras? Ou por que surge o romance e a paixão em algumas ocasiões e, em outras, isso simplesmente não acontece, por mais interessante que a pessoa seja?
 
O que responde a todas estas perguntas se chama "química". A química existe ou não existe, desde o começo, e ponto. Ela se dá já desde o primeiro olhar, e é algo que inclusive se reflete fisicamente, com a dilatação das pupilas.
 
Quando há química entre duas pessoas, seus cérebros liberam dopamina, e o sistema endócrino libera adrenalina; isso faz com que haja mais fluxo de sangue no estômago, causando essa sensação de "borboletas no estômago". Também devido a isso, podemos ficar mais corados nas bochechas.
 
Isso responde à nossa pergunta inicial: é pouco científico pensar ou argumentar que é preciso fazer sexo antes do casamento para ver se existe química sexual no casal, pois tal compatibilidade pode se dar inclusive sem contato físico algum.
 
A química sexual começa com uma atração desde o primeiro olhar, chegando a despertar o desejo sexual pela outra pessoa – desejo este que precisa ser regulado pela virtude da castidade.
 
No entanto, ainda que o sexo seja importante, não é o único nem o mais importante ingrediente do casamento. Um bom casamento, como um bom entendimento sexual entre os esposos, não é algo que chega pronto: é preciso ir construindo esta realidade.
 
Para isso, é importante conhecer bem a pessoa antes de dar estes passos. Não nos referimos a um conhecimento que se dá por exploração do corpo, mas a um conhecimento profundo, da alma e do coração.
 
Em outras palavras, é preciso amar inteligentemente, não se distrair com a atração e com a tal química sexual, e nem mesmo pelos sentimentos e emoções intensas.
 
É preciso colocar o raciocínio acima disso, analisar se essa é a pessoa que fará você feliz, com seus defeitos e qualidades, e sobretudo estabelecer uma ótima amizade, que se fortaleça mediante o contínuo diálogo e profunda comunicação das existências.
 
Este conhecimento e comunhão profundos só são possíveis no Senhor, na medida em que nós O conhecemos e amamos. Dele procede a luz para conhecer o mistério mais elevado que é o ser humano, que é o outro, e que sou eu, e, ao mesmo tempo, Ele é a fonte inesgotável do verdadeiro amor humano.
 
Portanto, mais do que preocupar-se com a química sexual, é preciso buscar a química espiritual, que é, em última instância, o que manterá o casal unido no amor que não acaba.

Fonte: Aleteia

domingo, 3 de maio de 2015

PAPA QUESTIONA NA AUDIÊNCIA DAS QUARTAS-FEIRAS: POR QUE MUITOS JOVENS NÃO QUEREM SE CASAR ?



Na catequese desta quarta-feira, 29 de abril 2015, o Papa
Francisco refletiu sobre o sacramento do matrimônio 
e por que os jovens não querem se casar, 
recordando que o casamento é uma união 
protegida por Deus

Nesta quarta-feira, o Santo Padre continuou o ciclo de catequeses sobre a família, falando especificamente sobre o matrimônio.
Resumindo em português, Francisco disse: “Desde o tempo das Bodas de Caná, para as quais foi convidado Jesus, muita coisa mudou. 
Devemos interrogar-nos seriamente sobre as razões que levam tantos jovens a optar por não se casarem. Preferem a convivência e, habitualmente, de responsabilidade limitada… 
Por que não se casam? 
As dificuldades não são apenas de carácter econômico, nem se ficam a dever – como querem alguns – à emancipação da mulher. Na realidade, quase todos os homens e mulheres sonham com uma segurança afetiva estável, um matrimônio sólido e uma família feliz. A família aparece no topo das preferências dos jovens, mas, com medo de falir, muitos descartam-na; e este medo de falir é talvez o maior obstáculo para aceitarem a palavra de Cristo, que promete a sua graça à união conjugal e à família. 
Em Caná, Jesus não só participou nas Bodas, mas salvou a festa com o milagre do vinho. 
Queridos irmãos e irmãs, não tenhais medo de convidar Jesus para as vossas Bodas. 
Quando se casam «no Senhor», os cristãos são transformados num sinal eficaz e duradouro do amor de Deus: o matrimônio é uma festa que se renova nas sucessivas estações da vida dos esposos. O testemunho mais persuasivo da bênção do matrimônio cristão é a vida boa dos esposos cristãos e da família. Não há modo melhor para manifestar a beleza deste sacramento”.
Depois da saudação em diversas línguas, o Papa dirigiu um pensamento especial aos jovens, aos doentes e recém-casados. 
O Santo Padre recordou que na quarta-feira, 29 de abril, a Igreja celebrou a festa de Santa Catarina de Sena, padroeira da Itália e da Europa. Por isso, pediu que sua existência ajude os jovens a compreenderem “o sentido da vida vivida para Deus”. 
Ele também pediu que a fé inabalável da santa ajude os doentes "a confiar no Senhor nos momentos de sofrimento". E por fim, que a sua força com os poderosos indique aos recém-casados “os valores que realmente contam na vida familiar".
Fonte: Zenit


JOVEM, VOCÊ JÁ TEM ALGUM DESSES 6 APLICATIVOS CATÓLICOS GRATUITOS PARA ANDROID ?



Se você ainda não tem um destes aplicativos em seu smartphone ou tablet, vai gostar de conhecê-los. Com funcionalidades desde acesso às informações da Igreja, documentos de estudo até agenda do Papa e visita virtual ao Vaticano.


Catecismo da Igreja Católica

Este aplicativo traz o Catecismo da Igreja Católica em sua versão normal e também na versão Compêndio (O Compêndio do Catecismo da Igreja Católica é um resumo do Catecismo da Igreja Católica, sob a forma de perguntas e respostas, publicado pela Igreja Católica em 2005, e que contém de forma resumida os principais elementos da doutrina e moral católicas.). Para baixar este aplicativo, clique aqui.



Documentos da Igreja

Este aplicativo apresenta os principais e documentos da Igreja Católica Apostólica Romana.

Código de Direito Canônico, Compêndio da Doutrina Social da Igreja, Concílio Vaticano II, Encíclicas, Carta Apostólica Porta Fidei. Para baixar este aplicativo, clique aqui.



Evangelho Diário

Este aplicativo apresenta a leitura do Evangelho do dia. É possível também a consulta do outros dias da semana e até mesmo do Evangelho de uma data em anos anteriores. Além disso tem as opções de consultar o Santo do dia e as cores Litúrgicas. É necessário conexão com a web. Para baixar este aplicativo, clique aqui.



Bíblia Católica

Não requer conexão com a internet para a utilização. Possui busca pelo nome do livro e pelo número do capítulo; Possibilidade de compartilhamento dos versículos nas redes sociais. Para facilitar a leitura há diferenças de cores entre os versículos. Para baixar este aplicativo, clique aqui.



Vatican

É App do site oficial da Santa Sé (www.vatican.va): contém o Magistério Pontifício e as informações institucionais da Sé Apostólica. Para baixar este aplicativo, clique aqui.



The Pope App

Aplicativo com notícias do Papa. Transmite ao vivo as celebrações presididas pelo Santo Padre. Permite acesso a fotos e vídeos do Papa, aos tweets da conta @Pontifex, aos textos integrais das homilias do Pontífice e o calendário de eventos. Também permite visitas virtuais gratuitas do Vaticano. É gratuito e está disponível em: ​I​taliano, ​I​nglês, ​Espanhol, ​Português e ​F​rancês. Para baixar este aplicativo, clique aqui.


Fonte: Catholicus
Via: Aleteia

sábado, 2 de maio de 2015

O QUE CAUSA A MORTE DE NOSSA JUVENTUDE? O QUE FAZER?



A cada dia assistimos ou somos informados sobre os atos violentos que rondam a nossa realidade. É violência no trânsito, nas famílias, no lazer, na roda de amigos… Quem são as vítimas de tanta violência?! São os que sofrem a violência como também os que praticam. Neste contexto todos sofrem os danos de uma educação para o conflito e não para o diálogo e o entendimento!
O  Brasil ocupa a 6ª posição no ranking de assassinatos, quer seja no total de sua população ou na  população jovem (15 a 24 anos).  Nas duas situações, o nosso país está atrás apenas de El Salvador, Ilhas Virgens (EUA), Venezuela, Colômbia e Guatemala.  O último Mapa da Violência, publicado em 2014 com dados dos anos anteriores, informou que mais de 100 mil pessoas foram assassinadas no Brasil em 2012. Foram mais de 50 mil vítimas de homicídio, mais de 45 mil de acidentes de transporte e mais de 10 mil suicídios. Neste contexto, os jovens foram  os principais afetados, somando mais de 30 mil vítimas, o que equivale mais da metade dos homicídios.
O fato de tantos jovens morrerem se relaciona diretamente com a dor da perda de um ente querido. Quanto mais jovem uma pessoa morre, mais sofre o círculo de relacionamento que a pessoa tinha.
Diante de tanta violência, da banalidade da vida humana, somos questionados: O que fazer?
O certo é que não se pode desistir da paz e nem ser insensível ao sofrimento e a tanta brutalidade e banalidade da vida.
As motivações de tanta violência estão na quantidade de jovens suscetíveis a inserir-se no consumo e no comércio de drogas, da baixa renda e ver como “meio de vida” o lucro do tráfico, na ausência de políticas que favoreçam atividades educacionais, culturais e sócio-transformadoras… Para quebrar esta cadeia de violência é preciso que assuma o problema e busque a transformação da realidade; a começar pela realidade de nossas casas e famílias, pois elas são o lugar imprescindível para o cultivo da paz e por isso devem ser bem cuidadas, bem administradas. A paz e o diálogo devem ser assumidos como princípios dentro de nossos lares. Não se perde nada cultivando o amor materno e paterno, o amor entre os irmãos, entre os amigos. Não se perde cultivar os valores morais dentro de nossas casas! Não se perde cultivando uma vida de oração; pelo contrário, se cresce quando abre o coração para Deus.
Como Igreja Católica buscamos ser casa da acolhida, que ouve, que busca caminhar próximo dos seus filhos. É o seu desejo estar próxima, caminhando juntos a todos os homens, mulheres, jovens e crianças, daqueles que perderam um ente querido e  que sofrem, daqueles que foram vítimas e responsáveis pela prática da violência.  Por isso é necessário apresentar o Evangelho com clareza. A juventude abomina hipocrisia, traz um pensamento e atitudes de esperança no mundo, usa uma linguagem própria e é mais presente nas redes sociais. É necessário mostrar a  necessidade e a importância do ser discípulo.
Ensina-nos o papa emérito Bento XVI: “Queridos jovens, vós sois um dom precioso para a sociedade. Diante das dificuldades, não vos deixeis invadir pelo desânimo nem vos abandoneis a falsas soluções, que frequentemente se apresentam como o caminho mais fácil para superar os problemas. Não tenhais medo de vos empenhar, de enfrentar a fadiga e o sacrifício, de optar por caminhos que requerem fidelidade e constância, humildade e dedicação.Vivei com confiança a vossa juventude e os anseios profundos que sentis de felicidade, verdade, beleza e amor verdadeiro. Vivei intensamente esta fase da vida, tão rica e cheia de entusiasmo.”
É o desejo de Jesus e por consequência da Igreja que todos vivam. Basta de violência, de morte, de sofrimentos… Desejamos um ambiente mais justo e fraterno, onde a paz reine! Desejamos uma cultura da paz com ações concretas no cotidiano: na forma de interação entre as pessoas, de lidar com os problemas e os conflitos, formas mais humanas de lidar com a frustração e a raiva; na capacidade de reconhecer e valorizar as diferenças e ser mais tolerantes. De certo, que cada um pode influenciar no modo como está a sociedade. Todos podem incluir em suas escolhas a de ser construtor da paz. Ao fazer esta escolha, estaremos dando mais qualidade aos nossos relacionamentos e à sociedade. Busquemos uma cultura da paz e que ela seja verdadeira e duradoura!
Por: Pe. Geraldo Trindade
Fonte: Jovens Conectados

HALLEL EM APARECIDA


A programação para o palco central do Hallel Aparecida está concluída, e dentre os atrativos estão as bandas Anjo de Resgate, Tony Allyson, Thiago Brado e Electrocristo. Os shows acontecerão na quadra do Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, dentre os dias 15 e 17 de maio no Santuário Nacional de Aparecida.
A banda Anjos de Resgate é conhecida pela inovação e qualidade em seus trabalhos, considerada um fenômeno da música católica no Brasil. Seu último CD “Marcados pelo Amor”, lançado em 2012 com 12 faixas inéditas, apresenta um nova dinâmica musical já aprovada pelo público nos shows.
O cantor Tony Allyson arrasta a juventude com músicas de louvor que expressam o reconhecimento profundo de agradecimento a Deus. O seu testemunho de vida e a sua pregação têm o objetivo de mostrar a necessidade de se buscar as coisas de Deus.
O Electrocristo promete agitar o Hallel Aparecida com um mix de músicas de qualidade voltadas à evangelização, transformando a quadra do Centro de Eventos em uma grande danceteria.
O paranaense Thiago Brado, consegue envolver com suas músicas, elevando o estado espiritual de todos que louvam com suas canções.
Além dos shows, os jovens terão diversas atividades que acontecerão simultaneamente nos oito módulos que farão parte do Hallel Aparecida, sendo o módulo Hallelzinho, Capela, Maria, Missão e Vocação, Vida, Misericórdia, Jovens de Maria e Módulo RCC.
Hallel
O Hallel Aparecida deste ano, que vai acontecer de 15 a 17 de maio no Santuário Nacional, terá como tema mesma reflexão proposta pelo lema da Campanha da Fraternidade 2015 que é ‘Eu vim para servir’. O objetivo é ajudar os jovens nessa reflexão levando-os a caminhar junto com a Igreja.
Para o padre Cipriano Alexandre Oliveira, assessor da juventude da Arquidiocese de Taubaté, “o jovem, de modo especial, é chamado enquanto Igreja a também se colocar a serviço” e afirmou que os jovens também são convidados a serem protagonistas.
O assessor da juventude explica que dentro da temática ‘Eu vim para servir’ é importante mostrar e “formar os nossos jovens para uma consciência crítica da sociedade para que possam se comprometer”.
Por: A12
Via: Jovens Conectados